sexta-feira, 26 de outubro de 2007

"Hermes" - Outubro de 2007

O “Hermes”- É um boletim informativo independente de cariz nacionalista, tem como objectivo alertar a população para as verdades escondidas por detrás destes jogos políticos de interesses e de intuitos obscuros.

Não funcionará apenas como órgão de delação e contra-informação mas também como um órgão de divulgação de conhecimento.

Esta publicação servirá também o objectivo de divulgar tradições, costumes e lugares do nosso país, que reflictam, de algum modo, a alma e o povo Lusíada.

O “Hermes”, como boletim nacionalista não assume qualquer tendência nesta área, sendo uma plataforma de convergência para todos os nacionalistas

Nº 1 - Setembro de 2007
Nº2 - Outubro de 2007

IMPRIME,FOTOCOPIA E DISTRIBUI !!!

AJUDA A DAR A CONHECER O NACIONALISMO A PORTUGAL

terça-feira, 23 de outubro de 2007

«Noticias do Mundo - Partido Popular Suiço (SPV)»

As sondagens prevêem que nas próximas eleições na Suíça já este ano, o SPV consiga entre os 25 e 30% dos votos do eleitorado.

O SPV tem sido apelidado de partido racista e xenófobo. Os mesmos rótulos que carimbam sempre quando existe alguém apelar pela segurança dos cidadãos. Segundo o SPV, a Suíça esta a viver uma criminalidade crescente e os vários estudos demonstram que esse mesmo crime é perpetrado em grande parte por imigrantes.

O partido assinou um "contracto" em que compromete-se se ganhar as eleições, não entrar na CEE, expulsar todos os imigrantes criminosos e baixar os impostos.

domingo, 21 de outubro de 2007

Ontem como hoje!

Gostaria de partilhar com os leitores deste bolg, um texto de Guerra Junqueiro, que encontrei, e que se mostra arrepiantemente actual:



"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas. Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."


Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896

sábado, 20 de outubro de 2007

«Faz o que eu digo, não faças o que eu faço»

Convém avisar ao Dr. António Costa, presidente da câmara de municipal de Lisboa que anda um pouco esquecido de quais são os verdadeiros problemas pelos quais os lisboetas não deixam as suas viaturas estacionadas à porta de suas casas.

Não se pode falar do que não se sabe.

A segurança nos transportes públicos anda pela hora da morte, infelizmente quem sofre na pele é quem não tem mesmo transporte próprio.

Ainda ontem foram apanhados 2 suspeitos de assaltos violentos a passageiros de transportes públicos. Muitos desses assaltos com recurso a arma branca, todos eles munidos de violência gratuita aos que se encontram no seu interior.

Lisboa e os lisboetas para além de muitas outras coisas precisam de segurança.

Resta perguntar ao nosso presidente da câmara porque é que não utiliza o comboio em vez de utilizar todos os dias a seu carro e as chatices que o IC19 traz.

Castelo de São Jorge - Monumentos de Lisboa

Declarado Monumento Nacional em 1910, pouco antes da implantação da República, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa e foi desde muito cedo um espaço aprazível para a ocupação humana, datando do século II a.C. a primeira fortificação conhecida.


Intervenções arqueológicas permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C.. Fenícios, Gregos, Cartaginenses, Romanos e Muçulmanos por aqui passaram.


O Castelo sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e no final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento, actualmente é um dos locais mais visitados pelos turistas na cidade de Lisboa.

O castelo de São Jorge, oferece aos visitantes os jardins e miradouros de onde se pode observar a cidade em todo o seu esplendor, um espectáculo multimédia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses ,viagem de 360º sobre Lisboa), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

«Nós Somos uns Porreiros»

"Porreiro, pá!" foram as palavras que José Sócrates dirigiu a Durão Barroso no final da conferência de imprensa em que os dois anunciaram e comentaram o acordo sobre o novo Tratado europeu alcançado hoje na Cimeira europeia de Lisboa.

Fonte

E Portugal e os Portugueses onde entram no "porreiro"? Porreiro era evitar que as fabricas fechassem; porreiro era fomentar e empregar quem se encontra no desemprego; porreiro era dar uma melhoria de vida aos idosos; porreiro era diminuir a criminalidade, estaríamos por aqui o dia todo no "era porreiro" resolver os problemas dos portugueses em primeiro lugar.

Assinou-se mais um pacto que praticamente a maioria da população portuguesa não sabe o que é, como é processada e qual o objectivo de.

E é assim que estes políticos passam-nos o atestado de incompetência.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Faz hoje exactamente 6 meses que desencadeou-se a perseguição ao nacionalismo com vista a criminalizar as opiniões, culminando na detenção de dezenas de nacionalistas.Opiniões legitimas de qualquer cidadão pois assim esta consagrado no artigo 37º da Constituição da Republica. Os atropelos vários a esta e outras leis não constituem dificuldade para quem a todo o custo apregoa os direitos humanos mas no fundo os viola saindo em impunidade.

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