segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Lisboa candidata a Capital Mundial do Livro

Manuel Maria Carrilho, embaixador português da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, afirmou esta segunda-feira que Lisboa vai candidatar-se a Capital Mundial do Livro para 2013.

A candidatura foi decidida depois de a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) declararem o seu apoio a esta causa.

De acordo com a agência Lusa, a candidatura prevê a elaboração de um programa de actividades que fomentem o gosto pelo livro e pela leitura.

Esta é uma iniciativa que foi lançada pela UNESCO no ano de 2001 e desde então muitas têm sido as cidades que se candidataram e que promoveram actividades de leitura.(C.M)

sábado, 16 de janeiro de 2010

Casamentos de Santo António e os "novos casais"

Após o DN ter noticiado que “Patriarcado não vai participar no evento das Noivas de Santo António, uma iniciativa que este ano se abre aos casais homossexuais”, eis que, se pode ler no PublicoDois dias depois de ter anunciado que a próxima edição dos Casamentos de Santo António poderia incluir casais homossexuais, a Câmara de Lisboa retrocedeu hoje nesta posição” e os casamentos gay ficam assim excluídos da iniciativa.

Ao que parece, tudo não passou de uma informação errada prestada pelos serviços da
CML.

Como diz a sabedoria popular, “a culpa é sempre do mexilhão”.

Ministro das Obras Públicas, António Mendonça e os seus preciosos argumentos pró-TGV.

A entrada em funcionamento da alta velocidade ferroviária (TGV) vai colocar Portugal num "patamar superior" em termos de competitividade e atractividade, disse hoje o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, considerando que “Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid”.

"Temos de olhar para a alta velocidade não apenas como mais um passo no desenvolvimento do transporte ferroviário mas, de facto, como o início de uma alteração qualitativa: vamos passar para um patamar superior de condições de competitividade e de atractividade do país", afirmou António Mendonça durante a apresentação de um estudo sobre o impacto da alta velocidade no sector do turismo, que decorreu hoje na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).

"Não estou preocupado em justificar mais um investimento, mais uma obra pública, mas em salientar o impacto positivo que isso vai ter em termos económicos", acrescentou o ministro.

(...)

"É evidente que é sempre fácil dizer que temos dificuldades, que temos constrangimentos. Isso é um facto. O discurso mais difícil é o que aponta para aquilo que é necessário fazer para ultrapassar as nossas dificuldades. E o que estamos a fazer com estes investimentos é criar as condições para ultrapassar os constrangimentos estruturais que determinam a existência de défice, a existência de dívida", disse.

(...)

"Quando estivermos ligados a Madrid, Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid", afirmou António Mendonça.

Ler notícia completa

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Maiores câmaras atrasadas na luta contra a corrupção

Das grandes autarquias, só o Porto entregou plano anti-corrupção no CPC. Lisboa, Gaia, Sintra, Coimbra e Faro estão em falta.

O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) garantiu já que a maioria dos municípios entregou os respectivos Planos de Prevenção de Riscos de Corrupção, mas a verdade é que a regra não foi seguida pelas maiores autarquias do País. À excepção da Câmara do Porto, que cumpriu o prazo de 31 de Dezembro imposto pelo organismo do Tribunal de Contas, os planos de prevenção de Lisboa, Sintra, Gaia, Coimbra e Faro, por exemplo, ainda não foram entregues, incluindo-se entre as mais de 200 entidades públicas que falharam esse objectivo. Segundo apurou o DN, várias autarquias solicitaram ao CPC mais tempo para "elaborar um plano mais meticuloso".

Apesar dos anunciados problemas de gestão da Gebalis e de problemas no chamado "Lisboagate", a Câmara de Lisboa é uma das que ainda não entregaram o plano. Contactado pelo DN, o gabinete do presidente António Costa explicou que a dimensão da câmara e o pouco tempo para a elaboração do plano fizeram o executivo solicitar um prazo mais longo ao TC. (continuar a ler)