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terça-feira, 29 de junho de 2010

“Sou a inveja das bichas de Lisboa”

Um acontecimento inesperado para as várias dezenas de turistas que passeavam na zona da Sé de Lisboa ocorreu na manhã de ontem. Um casal de noivos posava para as fotografias na escadaria daquela que é a mais emblemática igreja da capital portuguesa. Até aqui nada fora do comum, não fosse o nome da ‘noiva’ ser Manuel.

Manuel Correia, de 54 anos, e Fernando Fonseca, de 32, dirigiram-se ao local em carros separados, encontrando-se para um momento que assinalou o primeiro ano de vida em conjunto do casal. A relação será oficializada na Conservatória do Registo Civil, segundo informação avançada pelos próprios, ainda durante esta semana

A ‘noiva’, trajada de acordo com a ocasião, com um vestido que custou 7000 euros e tiara de 5000 euros, emocionou-se ao afirmar ter encontrado o homem da sua vida.

Manuel Correia deu os seus anos de carreira no transformismo como razão para não se sentir incomodado com os olhares que sentiu. "Tive o prazer de trabalhar sempre como travesti profissional. Tenho um guarda-roupa que é a inveja de todas as bichas de Lisboa", declarou.

Alguns amigos de Manuel e Fernando compareceram no local, embora nenhum membro da família dos ‘noivos’ tenha estado presente. Tal como afirmou Fernando, alguns "não aceitam a relação". (C.M)

sábado, 16 de janeiro de 2010

Casamentos de Santo António e os "novos casais"

Após o DN ter noticiado que “Patriarcado não vai participar no evento das Noivas de Santo António, uma iniciativa que este ano se abre aos casais homossexuais”, eis que, se pode ler no PublicoDois dias depois de ter anunciado que a próxima edição dos Casamentos de Santo António poderia incluir casais homossexuais, a Câmara de Lisboa retrocedeu hoje nesta posição” e os casamentos gay ficam assim excluídos da iniciativa.

Ao que parece, tudo não passou de uma informação errada prestada pelos serviços da
CML.

Como diz a sabedoria popular, “a culpa é sempre do mexilhão”.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Façam-se novos Dicionários

A sabuja comunicação social cá do rectângulo, anda estranhamente (ou talvez não!) silenciosa com este projecto de lei dos «Verdes». É de facto incómodo, convenhamos:

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/8e17aed38ba774642b33fc.html

E é incómodo, fundamentalmente por incluir uma proposta de alteração à defenição do termo casamento - defenição essa, que tem vindo a ser construida ao longo de milhares de anos, pelo próprio funcionamento da sociedade - e que agora se pretende alterar (literalmente) por decreto.

Será que receiam pouco apoio por parte da opinião pública, e é por isso que andam tão silenciosos no que respeita ao «cozinhado» que andam a fazer?

Ao longo da história o conceito de casamento foi-se construindo a si próprio em função daquilo que foi, é e será SEMPRE o seu objectivo primordial: gerar descendência, em resultado da união de duas pessoas de sexo diferente!
A toda a restante panóplia de relações inter-humanas, pode-se chamar tudo aquilo que se quiser, mas casamento, aplica-se exclusivamente ao contrato entre duas pessoas de sexo oposto com o propósito de constituir familia, gerando filhos.

Estranha-se as sistemáticas alusões ao descalabro da natalidade, vindas do poder politico, quando simultâneamente se coloca à consideração da Assembleia da República, a questão de alterar uma defenição milenar, só para satisfazer o capricho de um «Lobi».

Sim capricho, porque a lei actual autoriza as uniões de facto, que conferem direitos legais aos parceiros em todo um conjunto de situações práticas, pelo que esta obcessão pelo casamento, só pode radicar em traumas, que vêm afinal consubstanciar as teorias, que classificam a homosexualidade como uma doença: Excentricidades histéricas de bichonas enfeminadas.

No meio de tanto fundamentalismo apaneleirado, apetece cada vez mais subescrever este postal do José Maria Martins: http://josemariamartins.blogspot.com/2007/12/vagina-o-meu-testamento-minha.html

E desculpem lá por contiunuarmos a preferir mulheres boas e louras!!
Enquanto não for obrigatório - também por decreto - casar com um gajo de blusa de lycra «a la preservativo» e sapatinhos daqueles largos à frente, que até parece que foram feitos para virar hamburguers, vamo-nos entretendo a colocar em prática os rituais com que a natureza dotou as espécies, para se auto-preservarem.

Se o incómodo for muito, digam!