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quinta-feira, 7 de maio de 2009

PJ aos tiros em centro comercial

Três homens foram detidos pela PJ, em Lisboa, que se viu obrigada a disparar devido à resistência dos suspeitos de um assalto efectuado esta quarta-feira no Fundão.

Um dos assaltantes foi atingido e continua a monte um quarto elemento do grupo, diz a força policial em comunicado, contrariando as primeiras informações da GNR, que davam conta de apenas dois suspeitos.

Depois do assalto à mão armada, os quatro homens, com idades entre os 23 e os 40 anos, fugiram numa viatura, que foi interceptada pela PJ e pela PSP junto ao Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa.

«Ao serem abordados, os detidos ofereceram resistência (tendo um deles conseguido pôr-se em fuga), pelo que a Polícia Judiciária se viu na necessidade de utilizar armas de fogo, atingindo, sem gravidade, numa perna, e após vários disparos de intimidação, um dos fugitivos, com o objectivo de o imobilizar», pode ler-se no comunicado.

Um dos três assaltantes ainda fugiu para um cabeleireiro, tendo ameaçado as pessoas presentes, no entanto as forças policiais conseguiram detê-lo de imediato.

«Aos detidos foi apreendida a viatura automóvel em que se transportaram, a qual tinha sido roubada, há pouco tempo atrás, de forma violenta. Foi ainda apreendido um revólver devidamente municiado, relógios e objectos em metais preciosos ainda etiquetados», acrescenta a PJ.

As buscas para encontrar o quarto elemento do grupo prosseguem. Os outros três, todos com antecedentes policiais e criminais pela prática de crimes violentos contra o património, serão presentes às autoridades judiciárias, a fim de serem interrogados judicialmente e lhes ser imposta medida de coacção processual adequada. (Fonte)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Bando de «jovens» africanos tenta invadir super-esquadra da PSP nos Olivais

Um bando de cerca de 50 jovens, a maioria de ascendência africana, acompanhados de algumas das suas "damas" portuguesas, tentou invadir hoje a super-esquadra da PSP dos Olivais Sul.
Os ânimos estiveram exaltados durante mais de uma hora, entre agressões, gritos e ameaças, e só a intervenção de uma brigada do Corpo de Intervenção, com agentes munidos de bastões e gorros passa-montanhas, conseguiu fazer desmobilizar os «jovens». Perto do final, quando já se encontravam afastados da entrada, os jovens começaram a gritar palavras de ordem contra a polícia e a exigir «justiça».
Desconhece-se o motivo desta espécie de arrastão urbano, daqueles que o BE diz que são mentira, mas com certeza os jornalistas que chegaram entretanto farão o favor de nos contar amanhã. Fonte : Forum Nacional

segunda-feira, 9 de março de 2009

Guerra de gangs em Lisboa !

As imagens da Quinta da Fonte no Verão passado voltaram a repetir-se ontem no bairro Azul, nas Olaias, Lisboa. Cerca das 18h00, ciganos e africanos envolveram-se em confrontos e o tiroteio começou. Tudo por causa de um apartamento que toda a gente quer.

Segundo apurou o CM, anteontem à noite, quando Elisabete Silva chegou a casa, esta estava ocupada por uma família de ciganos. Estes garantem que a proprietária lhes tinha prometido vender o apartamento e até já tinham dado mil euros de sinal. Elisabete nega e diz que não tem mais nenhum sítio onde viver. Na altura, a proprietária foi ajudada por outras africanas, que evitaram a ocupação.

Horas depois, já de madrugada, uma mulher grávida foi atacada por uma cigana, o que gerou a resposta dos familiares. O clima ficou tenso, mas a situação acalmou até ontem à tarde.

Os africanos contam que os ciganos apareceram armados de revólveres e caçadeiras. Os ciganos dizem que foram eles a ser provocados e agredidos com pedras.
Certo é que houve tiroteio – apesar de ninguém ter ficado ferido – e só a intervenção da PSP voltou a pôr ordem no bairro, depois de também efectuar disparos para o ar. À hora de fecho desta edição a situação continuava tensa e a PSP anunciava que ia permanecer na zona até à manhã de hoje. (Fonte)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Assaltos aumentam a distribuidores de tabaco em Lisboa

Nos últimos tempos foram registados diversos assaltos a distribuidoras de tabaco nas regiões de Lisboa e do Porto. Os armazenistas garantem que o medo já se instalou no sector, enquanto as autoridades suspeitam que o tabaco roubado seja para vender no mercado negro a um euro.

Há uma nova onda de assaltos violentos a distribuidores de tabaco nas regiões do Porto e Lisboa. Os armazenistas referem o medo que já se instalou no ramo e que, apesar do desemprego, ninguém quer trabalhar no sector.

As autoridades andam no rasto dos autores destes assaltos e suspeitam que os maços roubados são depois vendidos no mercado negro a um preço simbólico de um euro.

Um dos últimos assaltos a carrinhas de transportes de tabaco no Norte do país aconteceu em Mosteiro, no concelho da Trofa, com os assaltantes a bloquearem a rua com um veículo e depois a entrarem no café onde se encontravam os dois vendedores de tabaco.

O grupo acabou por levar a carrinha mas, neste caso particular, graças à intervenção rápida da polícia, o assalto apenas rendeu algum dinheiro e uma caixa de tabaco.

Este foi apenas um caso, mas a verdade é que quase todos os distribuidores de tabaco tem em carteira algumas histórias de medo e violência para contar.

Desde o início do mês de Fevereiro foram já sete os assaltos a transportadores de tabaco só na região do Porto enquanto na zona de Lisboa já foram contabilizados 13 roubos.

Os armazéns também não escapam a esta onda de assaltos com os comerciantes e a polícia a suspeitarem que se tratam de encomendas para o mercado negro onde cada maço é vendido ao preço de um euro, ou seja, três vezes menos que o preço fixado por tabela.

Estas são razões que levam a que cada vez menos os armazenistas trabalhem no sector onde podem dar a vida por um emprego e onde a dificuldades são muitas e os lucros cada vez menos.
RTP

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Estrangeiros matam em Portugal

40,5 por cento dos homicídios ocorridos na área de Lisboa foram cometidos por cidadãos estrangeiros (turistas ou imigrantes, legalizados ou não), revela um estudo divulgado pela edição desta segunda-feira do «Correio da Manhã».
A investigação foi feita com base numa amostra de 132 homicídios ocorridos na área da PJ entre os anos de 2000 e 2004.O estudo teve por base crimes cometidos na área sul das Caldas da Rainha até Évora, com excepção da zona de Setúbal.
De acordo com o «Correio da Manhã», no estudo pretende-se partir desta amostra para mostrar a realidade nacional, de onde apenas 59,6 por cento dos homicidas são portugueses.
Este estudo conclui que a maioria dos homicidas são homens (92,6 por cento) têm entre 31 e 40 anos (38 por cento) matam os conhecidos (32 por cento) na sequência de discussões pontuais, muitas delas potenciadas por consumo de álcool (37 por cento) na via pública (54,6 por cento); à noite (41,4 por cento) e com arma de fogo (41,7 por cento).(Fonte)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

PJ de Lisboa já conta 180 assaltos violentos

Trinta presos só em Janeiro e mais cerca de metade já este mês são a resposta da secção de roubos da Polícia Judiciária de Lisboa à última vaga de crime em toda a zona a sul das Caldas da Rainha até Évora, excepto Setúbal, sendo que há casos de assaltos violentos com vários meses e que são agora resolvidos depois de obtidas provas. Este ano, apurou o CM, a PJ de Lisboa já registou 180 assaltos com armas de fogo – 120 em Janeiro e mais de 60 só este mês.

A média de participações feitas a uma brigada de prevenção na área dos roubos ronda, por semana, os 30 assaltos à mão armada, sendo que entre 28 de Janeiro e o último dia 4 foram registados 40 roubos violentos na Grande Lisboa – o período de tempo com mais assaltos desde o início deste ano. Apesar de os números do crime violento em 2008 só serem formalmente divulgados através do Relatório Anual de Segurança Interna, os assaltos à mão armada "estão claramente a disparar na Grande Lisboa e sobretudo na zona de Setúbal", segundo fonte policial.

Além do fenómeno "preocupante" da Margem Sul do Tejo, a polícia está sobretudo atenta à crescente onda de criminalidade violenta associada "a bairros sociais de Loures e Linha de Sintra".

A forma de intimidação habitualmente utilizada pelos assaltantes passa por apontar as armas de fogo à cabeça das vítimas – que, em pânico, não oferecem qualquer resistência e rapidamente entregam o dinheiro, bem como todos os objectos de valor que lhes são exigidos. Ultimamente, a par dos assaltos à mão armada a estabelecimentos comercias, tem-se assistido a um alastrar de roubos a residências – mas que nem por isso a violência é menor.

Nestes casos, e como há um maior tempo de actuação, os assaltantes retiram todos os bens e ainda amordaçam as vítimas, entre várias agressões e ameaças de morte. Só esta semana, o CM já noticiou três casos de assaltos a casas, onde as vítimas, de faixa etária variada, são sujeitas a várias formas de coacção física e psicológica. n M.P.(Fonte)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

PSP de Lisboa detém nove ilegais

A PSP de Lisboa deteve, esta quarta-feira, nove imigrantes ilegais, no âmbito de uma operação que resultou ainda na apreensão de alguns telemóveis, uma arma de alarme e mais de uma centena de cartões de operadoras telefónicas.
Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP informa que a operação policial "Vendaval", que envolveu cerca de 30 agentes, decorreu entre as 15:00 e as 17:00, no Largo de São Domingos, em Lisboa, e visava detectar pessoas em situação irregular em Portugal.
Das acções de fiscalização efectuadas a estabelecimentos e das abordagens na rua resultaram nove detenções por situação ilegal e perto de 15 notificações para comparência no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
A PSP apreendeu seis telemóveis, uma arma de alarme e cerca de 120 cartões das diversas operadoras telefónicas.(Tsf)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Assaltantes roubam casa de Mariano Gago com a mulher no quarto

Um grupo de assaltantes invadiu o apartamento do ministro da Ciência e Ensino Superior, Mariano Gago, na Costa do Castelo, em Lisboa. A mulher do governante estava sozinha em casa e, doente na cama, na segunda-feira de manhã, nem se apercebeu de que lhe estavam a revirar a casa toda, tendo os ladrões fugido com um casaco valioso de Mariano Gago, segundo o Correio da Manhã.

O prédio não tinha vigilância policial, que é devida a membros do Governo. O Correio da Manhã apurou que Mariano Gago prescindiu de policiamento no edifício onde vive com a mulher e a filha, depois de ter protagonizado um incidente com um agente da PSP – numa altura em que era ainda ministro do Governo de António Guterres.

De resto, logo após o assalto, o comando da Divisão de Segurança a instalações da PSP repensou o policiamento ao prédio, colocando de imediato um polícia em permanência à porta.
A entrada dos assaltantes no edifício ter-se-á dado pelas traseiras. Os ladrões saltaram o muro de acesso a um pátio e depois terão entrado no rés-do-chão com acesso a dois apartamentos, ambos propriedade de Mariano Gago. E seguiram precisamente para a casa onde o ministro vive com a família, noticia o CM.

Doente há alguns dias, a mulher de Mariano Gago estava acamada num dos quartos da residência. Desconhece-se se os assaltantes terão detectado qualquer presença em casa, tendo antes optado por entrar num dos outros quartos.

Depararam-se desde logo com o guarda-roupa do governante e não se preocuparam em causar muitos estragos. Reviraram só algumas peças de roupa e fugiram pelo sítio por onde tinham entrado com um valioso casaco de Gago.

A primeira pessoa a aperceber-se do crime foi a empregada de limpeza da família, quando chegou, chamando de imediato a PSP. Uma brigada de investigação criminal recolheu todos os vestígios no local e está já a procurar os suspeitos.
SOL

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Acusado de tráfico no caso ‘Máfia da Noite’ era professor de ginástica do Primeiro-ministro

Quando Alexsander Batuli foi despedido do ginásio Clube VII, em Lisboa, "foi feito um abaixo-assinado para ele voltar para o ginásio. Muita gente assinou, inclusive o primeiro-ministro". José Sócrates estava longe de imaginar, em 2007, que o seu professor de ginástica era arguido no processo ‘Máfia da Noite’ – acusado de associação criminosa e tráfico de droga, com ligações ao alterne.

Júlia Almeida, mulher do suspeito brasileiro, descreveu ontem no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, o que o marido lhe contara: "O primeiro--ministro até convidou o Alex para jantar, para que ele o ajudasse a montar um ginásio no palácio [de S. Bento, a sua residência oficial]".

Júlia é companheira de Alexsander há oito anos. No seu testemunho confirmou que o arguido consome cocaína e anabolizantes. E deu a entender que as gramas de ‘coca’ que a PSP lhe apreendeu no Audi A3 seriam para consumo e não para venda. Mais: alegou ainda que Alexsander deixou em 2007 o health club e centro de fitness Clube VII por incompatibilidade com a nova administração. Ora, segundo uma escuta telefónica realizada pela PSP, Alex terá sido despedido do clube de fitness por orgias e drogas.

A testemunha reforçou o empenho do companheiro na sua carreira profissional, professor de ginástica. E garantiu que ela nunca consumiu cocaína e que "barritas" – termo muito utilizado nos telefonemas trocados entre ambos – "são mesmo barritas de cereais, proteicas".

O CM contactou ontem o gabinete do primeiro-ministro, José Sócrates, que recusou fazer quaisquer comentários.(Fonte)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Chuva de tiros em Lisboa



Os festejos da passagem de ano levaram a excessos em vários bairros de Lisboa. Os tiros para o ar são já uma tradição, mas ilegais. Desta vez, ao contrário do ano passado, não há registo de vítimas. No Bairro do Armador, em Marvila, o novo ano é recebido ao som de balas, algumas, de armas automáticas.

Durante largos minutos, as armas não tiveram descanso. O som repete-se por todo o bairro, esta noite, tal como nos últimos anos. Quem vive no bairro já não estranha.

Desta vez, as balas foram inofensivas. Há um ano, um homem foi atingido perto do coração, enquanto falava ao telemóvel, mas sobreviveu. Menos sorte teve uma menina de 9 anos, que vivia num bairro vizinho. Foi atingida por uma bala perdida e teve morte imediata.

Durante uma hora, a SIC percorreu o Armador e os bairros circundantes. Não encontrou nenhum carro patrulha, nenhuma autoridade que pusesse fim ao tiroteio. Disparar para o ar nestas circunstâncias é ilegal, mesmo que arma esteja licenciada. (Fonte)

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Mais de 400.600 crimes registados em 2006, Lisboa no topo

Mais de 400.600 crimes foram registados pelas autoridades em 2006, com os municípios de Lisboa, Porto e Sintra no topo da lista, segundo os Anuários Estatísticos Regionais hoje divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os documentos, que compilam as indicações estatísticas nacionais à escala regional e municipal, o município com maior número de crimes registados é o de Lisboa (43.078), seguido do Porto (15.086) e dos concelhos de Sintra (12.714), Almada (7.584) e Setúbal (7.190).

Com uma taxa de criminalidade (crimes por cada 1.000 habitantes) a rondar os 38 em termos nacionais, o concelho de Albufeira (160) é o que mais se afasta desta realidade, muito devido ao afluxo de população para esta zona do país durante o Verão.

Também com uma taxa de criminalidade muito superior à média nacional estão os concelhos de Porto Santo (91,8) - com 403 crimes registados pelas autoridades em 2006 - e Lisboa (84,5).

Já o município de Loulé tem uma taxa de 77,6, o Porto 66,2, o de Lagoa 64,4, Castro Marim 61,9 e Setúbal 58,7.

Os crimes contra o património (roubo por esticão na via pública e o furto de veículos) dominam o panorama da criminalidade nacional de 2006, com mais de metade do total (213.797), tendência que se mantém nos municípios com maior número de crimes registados.

Entre os crimes contra o património, o mais detectado pelas autoridades é o furto de veículos.No ano de 2006 foram registados mais de 20 mil crimes de condução de veículos com taxa igual ou superior a 1,2 gramas/litro de sangue (g/l) e o maior valor em termos municipais vai para Lisboa, com 1.496.

Nas restantes posições da lista estão os concelhos do Porto (959), Albufeira (731), Cascais (603), Vila Real (488), Leiria (429) e Sintra (416).

Quanto à duração média dos processos nos tribunais judiciais de 1ªinstância, a media nacional para os processes cíveis é de 30 meses e para os penais 12.

Os municípios que mais se afastam destes valores são Lisboa, no caso dos cíveis (50 meses), que é o concelho do país onde estes processos mais tempo demoram a resolver. Bem longe quanto à demora dos processos cíveis estão Almada (36 meses) e Ourique (35), apesar de igualmente acima da media nacional.Quanto aos processos penais, o município onde eles demoram mais tempo a resolver é o do Seixal (23 meses), com quase o dobro da média nacional, seguido de Santarém (22 meses), Santa Maria da Feira (20), Lisboa (19), Lourinhã (18) e Porto (17).(Fonte)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cinco assaltos à mão armada na madrugada de hoje na Grande Lisboa

Cinco assaltos à mão armada, em que foram roubadas duas viaturas de grande cilindrada, dois postos de combustível e um café, registaram-se hoje de madrugada na região da Grande Lisboa, revelou à agência Lusa fonte policial.

A série de roubos, entre as 01:00 e as 05:00, começou em São Marcos, Cacém, onde três homens armados e encapuzados, numa viatura de marca Audi, assaltaram um café.

O mesmo grupo assaltou depois a bomba de gasolina da Repsol, na Segunda Circular, em Lisboa (sentido aeroporto-Benfica), obrigando o funcionário de serviço a entregar o dinheiro, sob ameaça de armas.

De acordo com a mesma fonte policial, os três assaltantes roubaram ainda um segundo posto de combustível, em Caneças, recorrendo ao mesmo método.

Logo ao início da madrugada a Polícia de Segurança Publica recebeu uma queixa de roubo com recurso a armas de fogo (carjacking) de duas viaturas, um Mercedes e um Audi, na zona dos Olivais.

Estas viaturas foram posteriormente conduzidas para as Caldas da Rainha, a cerca de 100 quilómetros da capital, e utilizadas numa tentativa de assalto à caixa de Multibanco instalada num Minipreço.

Os assaltantes não conseguiram carregar o equipamento tendo fugido do supermercado, disse à agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana.

As verbas roubadas nos diferentes assaltos não foram divulgadas, nem pelas forças de segurança nem pelos proprietários dos postos de abastecimento de combustíveis.(Lusa)

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Quatro crimes numa só noite..

Três restaurantes assaltados, com recurso a armas de fogo, e uma viatura roubada por carjacking na região de Lisboa é o balanço provisório dos crimes na noite de quarta-feira pela Polícia de Segurança Pública, escreve a Lusa.

Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa revelou hoje à agência Lusa que foram assaltados três restaurantes - um em Odivelas, outro nas Mercês, em Sintra, e um terceiro cuja localização a polícia ainda não pode confirmar, porque decorre a recolha de informações no local.

O caso de carjacking ocorreu na zona da Expo, na área oriental de Lisboa, ao final da noite de quarta-feira, tendo as autoridades conhecimento de pelo menos dois indivíduos que com recurso a tacos de basebol ameaçaram os proprietários e roubaram o automóvel.

Em relação à viatura roubada, ainda não existe a certeza da marca, tendo a polícia remetido para hoje de manhã a confirmação deste crime, após a recolha de todos os relatórios policiais.
Os roubos dos três restaurantes foram efectuados por quatro indivíduos armados com armas de fogo mas o Comando da PSP ainda está a investigar as diferentes ocorrências.(Fonte)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Director da PSP afirma que assaltantes eram imigrantes ilegais

São brasileiros, embora a PSP não queira revelar os seus nomes ou confirmar a nacionalidade dos mesmos. «Não digo, são pessoas como eu e como você, com família», afirmou o director nacional Francisco Oliveira Pereira.

Segundo a PSP, tudo correu bem nas negociações. E a decisão de sair do banco com os reféns, e de armas apontadas a eles, «partiu dos próprios assaltantes», emigrantes ilegais há meses em Portugal, sem cadastro.

«Não era o cenário mais provável, mas estávamos preparados para esse cenário», disse também o superintendente-chefe da PSP, Jorge Barreira, afirmando que os assaltantes pretendiam entrar num carro e seguir para Espanha.

«O momento foi aquele em que sentimos que a vida dos reféns estava em perigo iminente» afirmou o director nacional da PSP, Francisco Oliveira Pereira, sobre a altura em que aconteceu a acção de resgate da polícia. A PSP acredita que os assaltantes, em desespero, estariam preparados para matar ou pelo menos disparar sobre os reféns.

«Não sei se eram experientes, mas pelo menos preparados estavam», acredita também a PSP, que descarta a hipótese de os dois assaltantes fazerem parte de um gangue ou de uma rede maior de criminosos.

«São provavelmente armas ilegais, pistolas», afirmou o director, referindo-se às armas dos assaltantes, mas não confirmando a nacionalidade dos mesmos, pois a «a PSP não olha à cor da pele».

«A intenção era neutralizar», disse também o director, afirmando que os agentes tentaram proteger a integridade dos reféns, mas também a dos sequestradores.

Quanto à posição dos snipers no local, o responsável por aquela unidade táctica afirmou apenas que estavam nas posições certas para responder a diferentes possibilidades.

Na conferência de imprensa, o director nacional da PSP deixou também «uma palavra de louvor para os reféns», pela sua «coragem, tranquilidade e resistência», e pela confiança na actuação das forças policiais.

«A população sabe que pode contar com a intransigência da PSP», disse logo no ínício da conferência de imprensa desta tarde o director nacional da PSP, passando depois a palavra à subintendente Florbela Carrilho.

Seguiu-se uma nova descrição dos acontecimentos de ontem, que começaram pelas 15h, com um carro patrulha apenas e três elementos da polícia e terminaram com várias dezenas de polícias no local, um perímetro de protecção de centenas de metros, e várias unidades diferentes de polícia.

Um assalto a uma dependência do Banco Espírito Santo, na rua Marquês de Fronteira, em Lisboa, chocou ontem o país. Dois assaltantes, brasileiros, mantiveram dois reféns sequestrados entre as 15h da tarde e as 23h23 da noite.

O assalto terminou com a morte de um dos sequestradores, por parte da polícia, e ferimentos graves no outro, que está em perigo de vida. Os reféns ficaram bem, sendo um deles, um homem, transportado para o hospital de São José, onde está também o autor do crime, apenas por precaução.

Durante a tarde, outros quatro reféns foram libertados, um deles, uma mulher de 52 anos, sofreu um ataque de ansiedade cerca de uma hora depois do início do assalto e saiu pouco depois da dependência do banco.(Fonte:Sol)

domingo, 4 de maio de 2008

Marcos do correio de Lisboa a saque

Os roubos são quase diários e os alvos são marcos do correio de Lisboa e dos arredores da capital. "A situação é quase incontrolável", admite uma fonte judicial. A PSP tem em mãos centenas de queixas de pessoas e empresas que enviaram por correio cheques para pagar bens ou serviços e ficam sem o dinheiro e com as dívidas por pagar. O montante total desviado nos últimos meses ainda não foi calculado com exactidão, mas uma fonte próxima da investigação admite que "chega aos 500 mil euros".


Em Maio do ano passado, a PSP desmantelou um grupo que em poucos meses juntou 233 mil euros. Seis suspeitos ficaram em prisão preventiva e um total de 17 pessoas vão a julgamento. Mas a organização inspirou seguidores. A PSP está a investigar pelo menos um grupo bastante activo, mas não há indícios suficientes para os deter. "Não basta apanhá-los quando arrombam os marcos. É um crime de dano ou furto simples, uma bagatela jurídica", explica uma fonte judicial. "É preciso vigiar, seguir e recolher prova para os poder acusar de burla ou associação criminosa".


Para arrombar os marcos basta um martelo e um escopro. Os ladrões levam todas as cartas, escolhem as que têm nomes de empresas no remetente ou no destinatário e deitam fora o resto. Atacam à noite, depois da última recolha e à quinta-feira, quando o volume de correspondência é maior.


Quando apanham cheques, tratam da falsificação: "Os cheques são endossados com um carimbo falso ou com um programa informático e uma impressora", explica a fonte. Depois, é necessário arranjar testas-de-ferro - muitas vezes imigrantes de Leste ou brasileiros - que abrem contas e depositam os cheques endossados. "Se tiverem conta no mesmo banco da empresa, podem levantar o dinheiro no mesmo dia. E ficam com uma percentagem, normalmente 10 por cento. Os bancos não verificam as assinaturas dos endossos. É um crime fácil de cometer".


Os lesados são particulares ou pequenas firmas como farmacêuticas, gabinetes de arquitectura e prestadores de serviços. Há processos espalhados por Sintra, Oeiras e até Leiria. Um procurador do DIAP de Lisboa e a PSP, em colaboração com os próprios CTT, estão a tentar centralizar todos os processos de uma forma mais ou menos oficial. Já houve resultados: 17 pessoas vão a julgamento por, segundo a acusação do Ministério Público, desviarem 233 mil euros entre Setembro de 2006 e Maio do ano passado. Paulo B., líder do grupo, terá herdado uma chave-mestra que abria todos os marcos mais recentes (com venda automática de selos) de um homem preso pelo mesmo tipo de crime. Em poucos meses, roubou cartas em quase todos os marcos da capital. Nos golpes usava um jipe BMW e um Audi TT. Contratou romenos e brasileiros, e até a mulher entrou no esquema.

O grupo foi investigado pela 4ª divisão da PSP e vai a julgamento acusado de associação criminosa, burla qualificada e furto.

Fonte:Expresso

sexta-feira, 14 de março de 2008

Tudo tem limite!!!!!!!!!


«Isto está na ultima!!»
É uma frase recorrente hoje em dia, e que ouvimos com particular incidência, vinda de pessoas de uma certa idade!
Depois do vigilante do Colombo - que se suicidou com algumas 3 facadas, talvez porque levava um anestésico no bolso, e após a primeira, tomou o dito anestésico, e lá cravou as outras duas - surge agora neste gigantesco parque de diversões, em que se transformou Portugal, este «caramelo»: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/cb8d50f363714dfee499af.html

O tipo é «transformista», que é uma actividade semelhante a «travesti», ou seja tudo panascagem!
Também, ao estado de «apaneleiramento comportamental» a que a generalidade do povo Português chegou, com medo de tudo e mais alguma coisa, já não me admira que até a paneleiragem se dedique ao «carjacking», porque para assaltar Tugas actualmente, até crianças da pré-primária.

Tudo isto porque se enfiou na cabeça desta gente que é feio e parece mal mandar um murro nos dentes seja de quem for, inclusive em legitima defesa, para além de que se criaram dificuldades instransponiveis, para o comum cidadão obter uma arma de defesa pessoal.

Assim sendo, aumentou exponencialmente o tráfico de armas ilegais - unica forma de um tipo que precisa de frequentar o comboio da Linha de Sintra às tantas da madrugada, por questões profissionais - encontrou para não ser assaltado e estropiado por um bando de «jovens», ou se a moda pega, de paneleiros.

Claro que mais tarde ou mais cedo, essas armas saem das mãos das pessoas que as usam exclusivamente para se defender, isto porque são roubadas ou porque o dono, se sente desconfortável por andar na ilegalidade, o que faz com que as armas voltem às mãos de criminosos, gerando assim um efeito de «pescadinha de rabo na boca».

Não consigo deixar de admirar a capacidade de manipular a mente de todo um povo, que os oligarcas da 3ª República têm conseguido, com os Portugueses!
Onde anda o Português que varria uma feira com um cajádo na mão, por se achar intrujado pelos feirantes, ou que se lhe tocassem na honra, virava tudo à punhada?!?
Já nem evoco os Portugueses de Aljubarrota ou os que emboscavam os Franceses de Junot, por esses montes Beirões, para lhes mandar umas pedradas à mona!

Eu assaltado por paneleiros, não tenciono ser! Para me fazerem a folha têm de «os ter no sitio»! E até os meus ascentrais se reviravam todos nos caixões se eu me borrasse ao 1º «artista» que me aparecesse com a navalhita para me assaltar!

Como se diz na minha terra, fico logo com «o corpinho aos puxões!». Se me quiserem levar preso, só porque não me ponho logo a chorar baba e ranho, façam favor, senhores maçons mentores do «Estado apaneleirado»!

segunda-feira, 10 de março de 2008

terça-feira, 4 de março de 2008

Segurança morre esfaqueado no Colombo

Um dos seguranças do centro Comercial Colombo, em Benfica, Lisboa, foi esfaqueado ao início da tarde desta terça-feira, não tendo resistido aos ferimentos. O indivíduo, de 30 anos de idade, foi esfaqueado por três vezes na zona do coração, tendo entrado em paragem respiratória. Eram 13h00 quando um operário a trabalhar na construção da Torre 2 encontrou o segurança nos corredores técnicos da área de restauração, no piso 2 do centro comercial, com uma faca ao lado. Quando a equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) chegou ao local já nada havia a fazer. O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal para autópsia.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Bastonário dos Advogados fala de crime sem castigo na hierarquia do Estado

«O Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, afirmou hoje que há pessoas em cargos de destaque na hierarquia do Estado que praticam crimes e não são punidas por isso.(...) “O fenómeno da corrupção é um dos cancros que mais ameaça a saúde do Estado de Direito em Portugal. Há aí uma criminalidade em Portugal muito importante, da mais nociva criminalidade para o Estado, para a sociedade, e que andam aí impunemente e alguns deles andam aí a exibir os benefícios e os lucros dessa criminalidade. Alguns, inclusive, ocupam cargos relevantes no Estado português,” disse Marinho Pinto

Marinho Pinto foi jantar com José Sócrates esta semana, a propósito de discutir a Justiça. A quem se refere Marinho Pinto quando fala em "pessoas de destaque na hierarquia do Estado"? Foi o primeiro-ministro que, perdoe-se a expressão, bufou adversários? Ou foi Marinho Pinto que não gostou da sobremesa e então insinua-se contra Sócrates? É que há que lembrar o caso Freeport, por exemplo, em que José Sócrates foi acusado de desviar umas centenas de milhar de euros. De que falava o Doutor Marinho Pinto afinal? Atirar assim para o ar que há corrupção toda a gente sabe fazer, mas Marinho Pinto devia concretizar um pouco mais, pois ele tem acesso a informação que o vulgar cidadão não tem. E, se quer dar a ideia que "confronta o sistema", então que assuma o confronto, não devia deixar as coisas a pairar no ar.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A...pito na boca!

A pouca vergonha e a desfaçatez andam a atingir niveis impensáveis no seio da classe politica Nacional.

Disseminadas nas escutas telefónicas do processo «Apito Dourado», por entre tentativas de suborno a árbitros, tráficos de influências de toda a ordem e corrupção à escala Africana, surgiam conversas de um ex-1º Ministro de Portugal - actualmente a exercer funções de Presidente da Comissão Europeia - em amena cavaqueira com um dos principais arguidos do processo.

E digo «surgiam» e não «surgem», porque de forma deveras misteriosa, desapareceram as páginas que transcreviam o teor das escutas, que directamente envolviam o entretanto internacionalizado, «Cherne».

Claro que o «mais Europeu» de todos os Portugueses, nem tinha nada a ver com aquilo tudo. Ele nem é nada dado a manipulações de bastidores, e excluindo as reuniões de «Bilderberg» e as actividades da Comissão Europeia, nem se mistura com escumalha dessa índole.

Certamente o teor das conversas desaparecidas, tinham a ver com posaicos e banais assuntos do seu dia a dia, de 1º Ministro: Os almoços, as recepções, as viagens, os despachos, o sexo oral e o lumbago causado por tantas canseiras.

Daí que, nem tenha sido descabido, que algum zeloso funcionário público, tenha extraído cirurgicamente estas páginas da acusação, na melhor das intenções.
Para eventualmente, não estafar os juízes de modo inútil, para suavizar eventuais e apopléticas berrarias do Major, e para não se descer ao ponto de confrontar o Tribunal, com eventuais pelos púbicos, entalados na Europeia garganta do Comissário-mor.

Já que a papelada sumiu, e o conteúdo é uma incógnita - que pelos vistos interessa ser mantido como tal - somos livres de divagar! Pelo menos até que apareça! Ou não?

Link da noticia: http://jn.sapo.pt/2007/12/12/ultima/escutas_durao_valentim_desapareceram.html