sábado, 13 de abril de 2013
Visitas gratuitas ao interior da Fonte Luminosa da Alameda
As visitas são gratuitas e realizam-se todos os sábados, das 15:00 às 17:00 horas, com entrada pelo torreão sul. No exterior, podem ser contemplados, diariamente, os jogos de água (das 12:00 às 15:00 e das 18:00 às 23:00) e os jogos de luz (15 minutos após o crepúsculo solar).
A Câmara Municipal de Lisboa concluiu, em 2012, uma vasta intervenção de reabilitação do conjunto da Fonte Monumental da Alameda Afonso Henriques, tanto no interior como no exterior, com o objectivo de retomar os «jogos de água» e facultar a sua abertura ao público que, agora, se concretiza.(DD)
sábado, 30 de julho de 2011
Festival dos Oceanos 2011 – Lisboa
Fado nos Oceanos
No ano em que o fado aguarda a decisão da UNESCO para integrar as suas listas de Património Imaterial da Humanidade, o cartaz dos eventos não esqueceu esta melodia tão portuguesa e chama alguns dos mais célebres fadistas portugueses a dar a voz pela iniciativa.
Os músicos serão acompanhados em palco por artistas internacionais que vêm de propósito para as comemorações. A 1 de Agosto, é a vez de António Zambujo e da brasileira Roberta Sá. Dois dias depois, Ana Sofia Varela sobe ao palco com a angolana Yami e a cabo verdiana Ritinha Lobo. Na segunda-feira seguinte Ana Moura traz Ray Lema, da distante República Democrática do Congo para uma noite que promete ser memorável. A 10 de Agosto, Maria Ana Bobone fecha o ciclo na companhia da indiana Sónia Shirat.
Exposições e outras actividades
Paralelamente ao cartaz dos concertos, existem outras actividades dignas de nota. É o caso da exposição fotográfica da National Geographic patente nos Jardins do Império, em Belém, cujo tema versa sobre recursos hídricos, poluição, biodiversidade, escassez, desperdício e educação.
Aprender técnicas relacionadas com a navegação de um grande veleiro e ficar a conhecer alguns dos resultados de uma expedição científica, são as propostas do lugre Santa Maria Manuela, de 5 a 7 de Agosto. As acções terão lugar na Marina do Parque das Nações.
Se quiser apenas uma visita guiada ao convés do antigo bacalhoeiro (50 pessoas à vez) também o pode fazer. A entrada é livre mas a participação nas palestras está sujeita a inscrição. Saiba como no site oficial da iniciativa.www.festivaldosoceanos.com.
Praça do Comércio testemunha enchentes
O espectáculo Waterwall inspirou-se na luta do Homem contra a Natureza e apresenta, dias 5 e 6 de Agosto, a partir das 22 horas, 16 bailarinos e acrobatas que escalam uma parede de água em fúria na Praça do Comércio. São 16 mil litros de água rodeados por uma moldura com quatro metros de altura e 10 de largura. O espectáculo é gratuito. Está convencido? Sabe o que diz o ditado, água mole em pedra dura…(Lifecooler)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Feira do Livro de Lisboa abre amanhã
A feira mantém o figurino da edição anterior quer em termos de planta - quatro praças identificadas por cores, cada uma com um palco, um auditório, pavilhão de informação e o da câmara - bem como de animação e iniciativas.
O editor Francisco Espadinha, fundador da Editorial Presença há 50 anos, será homenageado no dia 11 de maio, haverá animação musical contando a APEL com a colaboração do Conservatório Nacional e da Orquestra Gerações, lançamentos de livros, conversas com autores e oficinas para os jovens.
Em cada um dos três domingos da feira haverá um debate sobre os melhores livros do ano divididos por Ficção, Não Ficção e Infanto-Juvenil.
O dia 5 de Maio será dedicado à Língua Portuguesa com um programa a anunciar da responsabilidade do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Previsto está também uma sessão com os escritores Lídia Jorge, Mário de Carvalho e Mia Couto, que falarão das suas carreiras. (DN)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Turismo de Lisboa associa-se ao dia Internacional dos Monumentos e Sítios
O programa do IGESPAR para este dia inclui, à semelhança dos anos anteriores, um conjunto de actividades atractivas para o público, decorrentes de convites dirigidos a entidades públicas e privadas, entre as quais o Turismo de Lisboa, para se associarem à iniciativa.
Belém e o Parque das Nações, bem como os rios Tejo e Sado, serão o palco de algumas das acções pensadas para assinalar a passagem deste Dia. Diversos associados do Turismo de Lisboa, com actividades no domínio turístico-marítimo, manifestaram já apoio às celebrações.
Na Marina Parque das Nações irão, assim, ter lugar, nos dias 17 e 18 de Abril, para além de passeios no rio, uma oficina de pinturas de embarcações típicas do Tejo, trabalhos de arte de marinheiro associados a estas embarcações e exposições, assim como a exibição de um filme do arquivo do realizador norte-americano Steven Spielberg, além de outras iniciativas.
Também a Vertigem Azul, uma empresa dedicada à organização de passeios para observação de golfinhos, e a Câmara Municipal de Setúbal, propõem, para dia 17, um passeio de três horas no estuário do rio Sado, que termina com uma prova de vinho Moscatel e de doces regionais.
Já a Veltagus, outra empresa associada do Turismo de Lisboa, sugere, para os dias 18 e 19, navegar no estuário do Tejo, a bordo do veleiro “Príncipe Perfeito” e/ou o passeio “Historic Promenade”, na lancha “Margem I”.
A Marlin Boat Tours, por sua vez, destaca para dia 18, um passeio de 30 minutos em lancha rápida, com passagem pela zona monumental de Belém.
O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) e a comemoração tem por objectivo sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço indispensável à sua protecção e conservação. (Rostos)
sábado, 19 de março de 2011
«Terreiro do Fado» promove concertos até 10 de Abril
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai promover a partir de amanhã e até 10 de Abril o ciclo de concertos «Terreiro do Fado». A iniciativa conta amanhã com Filipa Cardoso e Liliana Silva.As actuações vão decorrer aos sábados, sempre às 18:00 horas, e o acesso faz-se no acesso à antiga cantina do Ministério das Finanças.
A entrada é livre.
Programa Terreiro do Fado
19 de Março – Filipa Cardoso e Liliana Silva
20 de Março – Vanessa Alves e Vânia Duarte
26 de Março – Ana Sofia Varela e Vanessa Alves
27 de Março – Tânia Oleiro e Filipa Cardoso
02 de Abril – Vanessa Alves e Liliana Silva
03 de Abril – Filipa Cardoso e Vânia Duarte
09 de Abril - Filipa Cardoso e Ana Sofia Varela
10 de Abril – Vanessa Alves e Tânia Oleiro
sexta-feira, 4 de março de 2011
Feira do Livro abre em Lisboa a 28 de Abril
No site da APEL informa-se ainda que a 81.ª edição da Feira do Livro de Lisboa "decorrerá, tal como nos anos anteriores, no Parque Eduardo VII".
A associação refere que o processo de inscrições na Feira do Livro de Lisboa está concluído e que o evento vai contar "com aproximadamente 120 participantes" e "mais de 350 chancelas editoriais", dispostos por uma área "equivalente a cerca de 260 pavilhões do modelo normalizado".
A APEL indica ainda que a próxima edição da Feira do Livro enquadra-se "num processo de continuidade", dando, "uma vez mais, lugar de relevo ao livro, seus autores e outros intervenientes".
A associação que representa editores e livreiros diz ainda que "continua a ter como propósito fundamental organizar um evento que pressupõe a promoção e difusão do livro em língua portuguesa, fomentar os hábitos de leitura dos portugueses e melhorar o seu nível de literacia".
Já a Semana dos Livreiros ainda não tem data definida, mas, segundo adiantou à Lusa o secretário geral da APEL, Miguel Freitas da Costa, esta "espécie de prelúdio" da Feira do Livro inicia-se "normalmente" a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, durando uma semana. (JN)
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Feira Popular fechou há sete anos e continua abandonada
Inaugurada em 1961, a Feira Popular de Lisboa funcionou até ao dia 5 de Outubro de 2003, altura em que o executivo municipal presidido por Santana Lopes encerrou o recinto e deu início a um processo que se arrasta e parece não ter fim à vista.
As diversões desmontaram-se e muitas delas foram para a sucata. Centenas de pessoas – ninguém sabe exactamente quantas – perderam o emprego. A cidade ficou sem um dos seus principais recintos de lazer mas, em contrapartida, ganhou outra coisa: um terreno sujo a céu aberto com uma colónia considerável de ratazanas e vestígios de prática de prostituição e consumo de drogas pesadas.
“Foi tudo derivado da loucura de um indivíduo”, comenta, ao JN, António Luís, um dos empresários que mais se dedicou à Feira Popular, tendo sido proprietário de divertimentos como a montanha-russa, o comboio fantasma, a grande roda, o twister ou, entre outros, as pistas de carros. Hoje, António Luís, 61 anos, confessa a mágoa que se lhe estremece no peito de cada vez que pensa no terreno ao abandono. “Você acredita que eu até me desvio só para nem passar lá perto?”, interroga, imaginando que o ambiente daquele terreno em Entrecampos deve ser agora “medonho”.
Tal cenário foi confirmado ao JN por moradores da zona. Recentemente, o presidente da Câmara, António Costa, disse à agência Lusa ter “alguma pena” de ainda não ter recebido qualquer proposta ou projecto para uma nova feira popular na cidade, ali ou noutro local. A localização “dependerá do tamanho”, apontou o autarca.
O presidente da Associação Portuguesa de Empresa de Diversões (APED), Luís Fernandes, disse ao JN que, recentemente, contactou a Câmara Municipal de Lisboa para solicitar “uma reunião urgente” com o intuito “de perceber até que ponto o executivo está disposto a fazer uma cedência de espaço”. “Estamos ansiosos que isso aconteça”, sublinha o responsável, revelando que será fácil reunir um conjunto de empresários “com espírito empreendedor e dispostos a avançar”. Na sua óptica, voltar ao recinto de Entrecampos “seria excelente”. “Seria bom para a cidade, para o país e para o turismo”, rematou.
“A feira tinha o condão de dar vida aquela zona de Lisboa”, destaca o responsável, para quem “aquele pequeno mundo acabou graças aos políticos deste país”. “Hoje vejo toda a gente muito triste quando se fecha uma fábrica com 30 pessoas, mas ali trabalhavam quase mil. Aquilo era uma fabrica, só não tinha era tecto”, acrescenta o empresário, antes de assegurar que “90% das pessoas que lá trabalhavam estão hoje paradas”.
“Até custa olhar, é muito triste”, confessa, por seu turno, José Antunes, antigo trabalhador da feira e que hoje vai sobrevivendo com pistas de carrinhos de choque em romarias pelo país fora. “Até os países menos desenvolvidos já têm feiras populares. Só no nosso país é que não há. Só há diversões efémeras em festas, do monta e desmonta”, desabafa. Além “dos empregos que proporcionava”, recorda “a alegria que dava às pessoas, sobretudo às crianças”. “Nem sei como é que deixaram acabar aquilo”, remata, confessando-se “ainda hoje incrédulo”.(JN)
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Galerias romanas da Rua da Prata
e até dia 26 as Galerias Romanas da Rua da Prata, entre as 10:00 e as 18:00 horas, sob orientação dos técnicos do Museu da Cidade. Visitável apenas uma vez por ano, o museu acolhe grupos com acompanhamento de orientadores.
Não se efectuam marcações e perante cenário de grande adesão a fila poderá ser encerrada antes das 18:00 horas.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Regata do Cais da Moita ao Parque das Nações
Ainda antes da partida, que será pelas 16h00, a concentração de barcos da Marinha do Tejo - instituição que reúne várias associações detentoras de 57 embarcações entre catraios e canoas - far-se-á logo pelas 06h00 da manhã, num local emblemático: o cais da Moita, município onde a 4 de Outubro se implantou a República.
É na margem sul, num local pleno de tradição em matéria de preservação do património náutico do Tejo, que se inicia o desfile. Ele vai encher o Tejo de cor e de velas, num passeio que rumará até à marina do Parque das Nações.
A Regata do Centenário é organizada no âmbito da Marinha do Tejo, pela Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo, em conjunto com o Centro Náutico Moitense, a Associação Naval Sarilhense, a Associação Naval Montijense e a Associação Náutica da Marina do Parque das Nações. A iniciativa conta com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
A Marinha do Tejo é a designação genérica das embarcações típicas que têm sido utilizadas em actividades essenciais no Tejo, como a pesca e o transporte. E pretende ser um pólo vivo do Museu de Marinha, pugnando não só pela preservação do património material, recuperando e restaurando embarcações do Tejo, como preservando e divulgando o património imaterial dos saberes e tradições náuticas e marinheiras dos artífices e navegantes do Tejo.
Regata Centenário da República
- 29 Agosto de 2010 -
Parque das Nações – Cais da Moita
Programa
06:00 - Concentração no Cais da Moita, onde se implantou a República a 4 de Outubro de 1910, um dia antes de Lisboa.
06:30 - Início do Desfile e Passeio das Embarcações da Marinha do Tejo até à Marina do Parque das Nações (Preia-mar às 06:29).
08:00 - Chegada à Marina do Parque das Nações. As Embarcações deverão entrar na Marina e dirigiremse para a Posição de Estacionamento que entretanto lhes for atribuída e comunicada por correio.
14:30 - Saída das Embarcações da Marina do Parque das Nações com deslocação para a zona de Largada da Regata.
As Embarcações deverão pairar a montante da Linha de Largada, estabelecida pelo alinhamento da Bóia CR8 e de um mastro com a Bandeira da Marinha do Tejo, colocada no Cais da Porta do Tejo no Parque das Nações.
16:00 - Largada da Regata pela seguinte ordem:
16:00 – Faluas e Canoas;
16:05 – Catraios;
16:10 – Embarcações em passeio
Percurso: Directo ao Cais da Moita para Faluas, Canoas e Catraios.
Linha de Chegada: Estará situada na Moita no alinhamento entre o mastro do Centro Náutico e uma Bóia colocada no plano de água .
18:00 - Hora prevista de Chegada das Embarcações ao Cais da Moita (Preia-mar às 18:44)
Fonte: visitlisboa.com
terça-feira, 8 de junho de 2010
Chiado recebe «Maior Exposição Fotográfica do Mundo»
«As montras vão servir de galerias. Serão cerca de 120 montras, de 62 lojas situadas na Rua do Carmo, na Rua Nova do Almada e no Largo do Chiado», disse à Lusa a comissária da exposição Aurora Diogo. «Dar oportunidade de expor ao maior número de fotógrafos possível e aliar a fotografia ao património arquitetónico da zona do Chiado», são, segundo Aurora Diogo, os objetivos principais da iniciativa.
Nas várias montras estarão expostas imagens da autoria de 200 fotógrafos nacionais – amadores, profissionais e estudantes de fotografia – alguns convidados pela organização e outros que aderiram ao grupo criado na rede social facebook para o efeito. Além da iniciativa das montras, o Chiado recebe ainda dez exposições individuais de fotógrafos consagrados em diversos locais.
A montra da Vista Alegre recebe as imagens captadas pela lente de Gérard Castello-Lopes, o Hotel do Chiado acolhe a exposição do fotógrafo de moda Carlos Ramos, e o espaço onde em breve abrirão duas lojas de roupa terá expostas fotografias de música de Rita Carmo. As Galerias Pombalinas, o Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, o Centro Nacional de Cultura, o Espaço Santa Casa, os Armazéns do Chiado, a livraria Férin e o Governo Civil de Lisboa são os restantes espaços que de 10 a 20 de Junho recebem exposições individuais de fotografia no âmbito desta iniciativa.
Ainda no âmbito da «Maior Exposição Fotográfica do Mundo», a Fnac do Chiado acolhe os colóquios «Direitos de Autor» e «Fotojornalismo, que Futuro?», respetivamente nos dias 11 e 17 de Junho. Aurora Diogo adiantou ainda que, no âmbito desta iniciativa, «será apresentada a edição especial da revista DIRECTARTS, cujos conteúdos são exclusivamente referentes ao evento, numa versão bilingue».(diario Digital)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Jardim Zoológico de Lisboa está de parabéns
O Jardim Zoológico de Lisboa está de parabéns. O mais antigo parque animal da Península Ibérica comemorou, esta sexta-feira, 126 anos e como não poderia deixar de ser a grande data foi celebrada com um evento à medida, o regresso das Chitas ao parque.
Junto ao recinto dos elefantes africanos há agora um novo espaço no Jardim Zoológico: uma instalação de exibição e reprodução de Chitas, um dos animais mais ameaçados no mundo. Os felinos estão de volta ao parque e contam agora com um espaço com mais de 100 metros quadrados para brincar.
Nada incomodadas com a presença dos jornalistas, as chitas divertiram-se durante toda a tarde no seu novo espaço repleto de plantas, locais de sombra e rochas, tudo para «se sentirem o mais próximo possível do seu habitat natural», garantiu ao tvi24.pt o tratador dos animais, José Oliveira, que há mais de 20 anos se dedica aos felinos do Jardim Zoológico de Lisboa.
Chitas - um animal com muita pinta
Os três novos habitantes do parque distinguem-se no reino animal pela sua incrível rapidez. O leopardo chita é o animal terrestre mais veloz do planeta. No entanto, nem os 120 km/h que é capaz de atingir o salvam das mãos dos caçadores, que lucram com a venda da sua pele no mercado negro.
«A pelagem da chita torna-a num dos animais mais ameaçados do planeta, bem como a destruição do seu habitat natural e o facto de caçarem animais domésticos, o que causa grande revolta aos agricultores, que se vingam matando os felinos», garantiu o responsável pelo fundo de conservação do Jardim Zoológico de Lisboa, José Dias Ferreira ao tvi24.pt.
O risco de extinção foi um dos motivos que levou a administração do jardim a apostar na espécie. «O papel dos jardins zoológicos mudou. Os jardins zoológicos já não são espaços de exposição de animais, mas sim locais de preservação, daí a nossa aposta em animais em vias de extinção, bem como na diminuição do número de exemplares, para que cada um possa ser tratado com mais atenção», explicou José Ferreira.
Atenção não faltou aos dois machos e à fêmea de leopardo chita que roubaram todo o protagonismo aos elefantes, seus vizinhos.
«As chitas são animais sociáveis... quase»
Elegantes, esguias e brincalhonas. Há muito que o leopardo chita, Acinonyx jubatus, desperta a curiosidade do homem. Para José Oliveira, este animais «são sociáveis», ou melhor «quase sociáveis».
O tratador garante que «as chitas são capazes de passar o dia a brincar ou estendidas ao sol», estando quase sempre «muito bem dispostas».
«Mas quando estão tristes noto logo a diferença. A sua expressão facial muda», disse o tratador, que todos os dias alimenta e observa estes animais.
«As chitas comem 2,5 quilos de carne por dia. É verdade! Parece muito pouco, mas é o indicado para estes bichos que apesar da imponente figura pesam apenas 50 quilos».
Os golfinhos juntaram-se à festa
Com o zoo de parabéns, todos os bichos se juntaram à festa. Durante o espectáculo de golfinhos, os participantes cantaram e desejaram um feliz aniversário ao mais antigo jardim zoológico da Península Ibérica.
Dos oito aos oitenta, muito foram os que aproveitaram o bom tempo para visitar a bicharada do parque, mas nem todos sabiam de antemão que se tratava de uma data especial.
«Eu soube porque a menina dos golfinhos disse», explicou Ariana Silva, de cinco anos, deliciada com estes mamíferos aquáticos, uma das 360 espécie animais mais apreciadas pelas centenas de milhares de visitantes que todos os anos passam pelo jardim zoológico da capital, um reduto selvagem no coração de Lisboa. (Tvi24)
quarta-feira, 28 de abril de 2010
80ª Edição da Feira do Livro de Lisboa
De segunda a quinta-feira, entre as 22h30 e as 23h30, os visitantes poderão comprar obras com 50% de desconto em títulos com mais de 18 meses de preço fixo (os stands aderentes à iniciativa estarão devidamente identificados).
Os mais pequenos voltam a ter este ano um espaço só para eles, com uma programação exclusiva, livros, teatro, leitura, marionetas, jogos e muitas outras surpresas, numa iniciativa conjunta com a Câmara Municipal de Lisboa, rede de Bibliotecas Públicas e Bibliotecas Municipais.
No recinto da feira, além de stands renovados e coloridos, existirão também vários espaços de restauração que permitirão aos visitantes almoçar e jantar na Feira.
Outra novidade é a existência de um playground para as crianças, onde estas estarão acompanhadas por monitores.
Este ano, a feira vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 23h30 e aos fins-de-semana e feriados, das 11h00 às 23h30.
domingo, 18 de abril de 2010
Peixe em Lisboa: Um evento para toda a família!

A terceira edição do Peixe em Lisboa está quase a terminar, mas este último fim-de-semana do evento promete seduzir ainda muitos visitantes. Aproveite e leve os mais novos até ao Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações. Este pode ser uma excelente opção, em família, permitindo aos mais pequenos um primeiro contacto com a realidade gourmet. Por essa razão, a organização do Peixe em Lisboa preparou uma zona dedicada a crianças, entre os 6 e os 10 anos, onde os mais novos são sensibilizados para a necessidade de uma alimentação saudável.
No sábado, dia 17 de Abril, entre as 18h00 e as 19h00, no espaço Crianças na Cozinha, o chefe Miguel Teixeira ensina a preparar Filetes de Pescada com Ketchup e Filetes de Pescada em Mousse de Tomate. No domingo, último dia do Peixe em Lisboa, entre as 15h00 e as 16h00, o chefe volta com novas sugestões: Medalhão de Pescada Cozido com Legumes e Spaghetti de Medalhões de Pescada em Legumes Salteados.
Para além destas actividades no espaço Crianças na Cozinha pode ainda, durante o fim-de-semana, assistir, no Auditório, a apresentações os chefes de cozinha Hans Neuner (restaurante The Ocean, uma estrela Michelin, Algarve), Leonel Pereira (restaurante Panorama, Lisboa) e Vítor Sobral (Tasca da Esquina, Lisboa). Do programa constam ainda duas aulas culinárias com o chefe de cozinha Chakall.
No domingo, nono e último dia do evento, o Peixe em Lisboa arranca com “A Grande Caldeirada”, à hora de almoço, preparada por cada um dos 12 restaurantes em funcionamento contínuo. Um momento de festa e celebração da gastronomia.
Do programa constam ainda as apresentações dos chefes Tsuyoshi Murakami (restaurante Kinoshita, São Paulo) e Luis Lavrador (Selecção Nacional de Futebol), aulas culinárias e ainda propostas de vinhos para harmonizar com pratos de peixes.(Expresso)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Festival Internacional de Tunas “Cidade de Lisboa”
Apesar de o festival não ter este ano nenhum tema, as apresentações terão como pano de fundo o amor, revelou fonte da organização, em declarações à agência Lusa.
Realizando-se habitualmente em dois dias, o XV TUIST - Festival Internacional de Tunas "Cidade de Lisboa" foi novamente condensado em apenas um, tal como aconteceu no ano passado.
A justificação passa pelos elevados custos associados não só ao espectáculo mas também à alimentação e ao alojamento dos participantes.
A TUIST optou por realizar o festival apenas numa noite, podendo assim «garantir a qualidade do espectáculo», acrescentou a mesma fonte.
No festival deste ano estarão representadas as tunas mais conceituadas do país, que representam as diversas Academias portuguesas.
No sábado, vão estar em palco a Azeituna (Tuna de Ciências da Universidade do Minho), a Estudantina Universitária de Coimbra, a Estudantina Universitária de Lisboa e a Tuna de Engenharia da Universidade do Porto.
Naquele que é considerado no meio académico como o maior e mais conceituado festival de tunas da cidade de Lisboa vão ainda actuar, extra-concurso, a anfitriã TUIST, a sua madrinha T.A.E (Tuna Académica do Liceu de Évora) e a sua afilhada T.F.I.S.T (Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico).
Este ano, o festival terá uma parte mais focada na tuna organizadora, estando para si reservada a segunda parte do espectáculo, de forma a apresentar ao público uma actuação mais completa.
O festival termina com a Festa da Primavera (noite 80's), na Alameda do Instituto Superior Técnico.(Fonte)
sexta-feira, 19 de março de 2010
Núcleo Museológico no São Jorge oferece passeio ao passado lisboeta
domingo, 14 de março de 2010
Museu da Cidade permitirá conhecer Lisboa pré-terramoto
O Museu da Cidade vai mostrar «em breve» como era Lisboa antes de 1755, através de uma aplicação informática 3D, que permitirá passear virtualmente por ruas e entrar em alguns monumentos que o terramoto destruiu.
«Vamos mostrar às pessoas como é que essa cidade foi nas vésperas do terramoto e como é a cidade que desapareceu», disse à Lusa Cristina Leite, responsável pelo Museu.
De acordo com a responsável, o projecto multimédia, iniciado em 2005, estará disponível «em breve, durante este ano».
«Tem uma aplicação interativa e permitirá às pessoas visitar e ver em pormenor alguns monumentos e algumas praças principais da cidade», afirmou.
O projecto baseia-se numa reconstituição virtual rigorosa da maqueta física exposta no museu, feita nos anos 50, por Ticiano Violante para a exposição Reconstrução da Cidade depois do Terramoto de 1775.
«A esta maqueta juntámos dados de investigação desenvolvidos desde então», sublinhou.
A representação de Lisboa reconstitui 23 pontos, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755: Terreiro do Paço, Paço da Ribeira, Alfândega, Terreiro do Trigo, Palácio Corte Real, Rossio, Palácio dos Estáus, Hospital Real de Todos os Santos, Igreja de S.Roque, Casa dos Bicos, Chafariz del Rei, Chafariz de Dentro, Sé, Igreja de Sta Engrácia, Palácio das Necessidades e Rua Nova dos Ferros.
Também é possível visitar os conventos de S.Domingos, de S.Francisco da Cidade, de Santo Antão o Novo, do Carmo, de S.Bento da Saúde, da Graça e de S.Vicente.
Além da reconstituição 3D da totalidade da maqueta, com criação de panorâmicas, e da criação de circuitos pré-definidos por estes pontos em destaque, a animação apresentará ainda em 3D cenas históricas ou momentos do quotidiano do século XVIII.
O Museu vai ainda publicar monografias relativas a cada um dos pontos destacados neste projeto, com uma resenha histórico-artística e fases do processo de reconstituição. Lusa / SOL
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Antigos cinemas de Lisboa encontram-se ao abandono
Os antigos cinemas de Lisboa vivem actualmente três cenários distintos: uma ínfima parte continua em actividade, uns fecharam e viram o seu espaço reutilizado, e diversos outros encontram-se actualmente ao abandono, com situações urbanísticas indefinidas ou pendentes.
Londres, São Jorge, King e Monumental, com maiores ou menores alterações, são dos poucos espaços resistentes de outros tempos, sobrevivendo num tempo dominado pelos cinemas em grandes superfícies comerciais.
Para o crítico e divulgador de cinema João Lopes, o cinema enquanto «fenómeno de consumo mudou radicalmente» nos últimos anos, predominando actualmente um «público acidental», que consome a sétima arte «como uma variante do consumo dos grandes centros comerciais».
«As salas isoladas passaram a ser pouquíssimas porque cinema passou a ser concebido como uma variante do género de oferta comercial dos grandes espaços», frisou o crítico, distinguido este ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) pela sua actividade como divulgador de cinema.
João Lopes partilhou com a agência Lusa uma memória vivida num dos antigos cinemas de Lisboa, que actualmente já não existe, o Alvalade: «Recordo-me de ver lá o 'Suspeita', de Hitchcock, filme do começo da década de 1940 que vi algures durante o Verão de 1972 no Alvalade. Era um cinema arquitectonicamente muito especial.
Tinha durante o Verão uma política de reposições e esta é uma memória que evoca o consumo de cinema com valores completamente diferentes dos de agora», frisa.
O antigo Condes, que fechou em 1996, foi transformado em 2003 no Hard Rock Café, que alterou radicalmente o espaço da Avenida da Liberdade.
O Cinema Império, por seu turno, foi adquirido no começo dos anos 1990 pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que fez do edifício na Avenida Almirante Reis a sua sede em Lisboa.
Já o Olympia, inaugurado em 1911, foi um espaço que viveu diferentes etapas: foi um local cultural por excelência, até que no pós-25 de Abril começou a projectar filmes pornográficos. Foi abandonado em 2001 e, em 2008, o encenador Filipe La Féria adquiriu o espaço, que será reconvertido num espaço teatral com sala de espectáculos e uma escola de artes cénicas.
No bairro de Campo de Ourique existem dois antigos cinemas que marcaram a vida cultural de Lisboa: o Cinema Europa e o Cinema Paris.
No caso do Europa, têm sido diversos os intervenientes culturais da capital a defender a reactivação do espaço como palco para um conjunto de indústrias criativas.
O caso do Quarteto, o primeiro multiplex de Portugal, é diferente: o espaço foi encerrado no final de 2007 por falta de condições de segurança, sobretudo de prevenção de incêndios. Na ocasião, o fundador do Quarteto, Pedro Bandeira Freire, tentou superar as adversidades técnicas, mas em Março de 2008 o responsável do espaço - que viria a falecer um mês depois - fechou a cadeado as portas do Quarteto.
Éden, Apolo 70, Roma, Star, Odeon, Castil, Cine-Estúdio 222, Jardim-Cinema, foram outros cinemas, entretanto desactivados, que marcaram a vida cultural de Lisboa no século XX.
Diário Digital / Lusa
sábado, 28 de novembro de 2009
Ciclo de concertos em várias igrejas de Lisboa
"Com esta iniciativa - lê-se numa nota informativa - pretende-se divulgar o património artístico de igrejas de Lisboa, como a de S. Nicolau, a de N.ª Sr.ª da Conceição Velha, a Igreja Italiana de N.ª Sr.ª do Loreto, a de St. Agostinho, entre outras, proporcionando espectáculos de música erudita para toda a família e com entrada livre".
Entre os artistas e agrupamentos participantes contam-se António Eustáquio, a Associação Musical Lisboa Cantat, o Coro Infantil Regina Coeli, o Coro de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa e o Grupo Shout, que tem como convidada especial Mafalda Arnauth.(DN)
sábado, 15 de agosto de 2009
Quinta Pedagógica dos Olivais
Inaugurada a 16 de Abril de 1996, a Quinta Pedagógica é um projecto que se enquadrada nos moldes da educação não formal, que integra as componentes pedagógica e lúdico-recreativa. Este espaço, com cerca de 2 ha, procura responder, cada vez mais, às necessidades crescentes de contacto dos cidadãos com a natureza e, em particular, com o mundo rural.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
5 razões para visitar o... Museu da Cidade
1. Conhecer a História de LisboaComo seria Lisboa há nove séculos? E há três? E…? A resposta a estas perguntas encontra-se na exposição permanente do museu. Organizada de forma cronológica, desde a pré-história até ao início do século XX, conta com 38 salas e muitas peças que retratam as épocas mais marcantes para o desenvolvimento da cidade de Lisboa. Destaque para a sepultura, urnas funerárias e lápides romanas, a tela gigante que ilustra a conquista da cidade aos mouros por D. Afonso Henriques em 1147, a maqueta do Palácio dos Estaús (onde é hoje o Teatro Nacional D. Maria II), assim como uma maqueta gigante da cidade anterior ao terramoto, em que a zona da Baixa tem uma planta perfeitamente caótica.
2. Um palácio do século XVIII
Sensivelmente a meio da exposição, recuamos no tempo e entramos em salas que recriam o ambiente de uma habitação nobre setecentista, com a reconstituição de uma cozinha, uma sala de música e um quarto, evocando a corte de D. João V.
3. O rei e a Madre
O Palácio Pimenta, onde está o museu, pertencia à família Galvão Mexia, estribeiros mores de D. João V. Mas há rumores segundo os quais a construção do palácio se deveu à iniciativa do rei para os seus encontros amorosos com a Madre do Convento de Odivelas. Uma versão muito mais picante.
4. O Jardim do Buxo e a mata
Para terminar a visita, a mata e o Jardim do Buxo são como a cereja no topo do bolo. Estes acolhedores jardins do século XVIII, onde apetece viver, mantêm quase na íntegra a arquitectura inicial. É aqui que estão localizados dois pavilhões com exposições temporárias, muitas vezes de arte contemporânea.
5. Um museu saltitante
Antes de assentar no campo Grande, o Museu da Cidade andou a saltar de sítio para sítio até se instalar, em 1979, no Palácio Pimenta. Aliás, em 1909 ainda nem existia museu, em termos físicos. Então porquê festejar os 100 anos de algo que nem existia? Cristina Leite, directora do museu, explica que “o que estamos a comemorar é a própria criação do museu pela vereação republicana ”, quando foi “apresentada a proposta em sessão de Câmara por um vereador republicano”. Logo nesse ano, o espólio começou a ser reunido. Até chegar ao Palácio Pimenta, o museu passou pelo Convento do Carmo, Palácio das Galveias e Palácio da Mitra. (Time Out)
Instalado no Palácio Pimenta (meados do século XVIII), reúne uma vasta colecção - arqueologia, pintura, desenho, gravura, lapidária - que ilustra a história e a evolução de Lisboa desde a pré - história até ao século XIX. Destacam-se, entre outras peças, a maqueta que representa a cidade antes do Terramoto de 1755, os vários planos da reconstrução da capital e a colecção de gravura e cartografia.
Horários:
Terça-Feira a Domingo: 10h-13h/14h-18h (Encerra aos feriados)
Bilhetes:
Público em geral: 2,76€
Entrada gratuita: Domingos e 18 de Maio. Até aos 18 anos e a partir dos 60 anos. Estudantes. Pessoas portadoras de deficiência. Funcionários da C.M.L.. Portadores dos cartões: APOM, ICOM, LisboaCard, Bom Dia Lisboa.
Cartão Jovem: 50% de desconto
Endereço:
Campo Grande, 2451700-091 Lisboa
Telefone: 217 513 200
Fax: 217 571 858
Internet: www.museudacidade.pt
E-Mail: museudacidade@cm-lisboa.pt
Acessos:
Autocarros: 1, 3, 7, 33, 36, 47, 50, 68, 85, 101, 108
Metro: Campo Grande
