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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Indústria transformadora: menos 18 mil empregos em Lisboa

Num pequeno estudo distribuído à comunicação social e elaborado com base em dados do INE e do Ministério do Trabalho, a união sindical salienta que entre entre 2000 e 2007 perderam-se no distrito de Lisboa 23.014 empregos na indústria transformadora e apenas num ano - entre o segundo trimestre de 2008 e o mesmo período de 2009 - perderam-se outros 18.700 postos de trabalho.

Actualmente, no distrito de Lisboa, 80,8 por cento dos estabelecimentos empresariais e 79,7 por cento dos trabalhadores por conta de outrém pertencem ao sector terciário. (Sentido das Letras)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Mais de 1.500 empregos para imigrantes disponíveis através da Internet

O portal na Internet para reunir ofertas de emprego para imigrantes de fora da União Europeia dispõe de 1.515 ofertas de trabalho para aqueles estrangeiros. Este conjunto de ofertas de emprego já esteve disponível apenas para candidatos portugueses, mas não foram preenchidas ao longo de um mês, prazo a partir do qual passam a ficar disponíveis para trabalhadores imigrantes, disse o presidente do IEFP.

Esta é a forma como o Estado tem entendido a questão do trabalho e da imigração. Publicam-se anúncios (e às tantas pode pensar-se se não será apenas para dizer que o fizeram) e se ninguém responde chamam-se imigrantes. Ninguém se questiona sequer se o melhor não seria obrigar a melhorar, por pouco que fosse, as condições de trabalho oferecidas. Não, a solução é importar imigrantes dispostos a fazer esses trabalhos pelas condições miseráveis do emprego que tem sido criado.

Estes são, aliás, alguns dos milagrosos 150 mil postos de trabalho anunciados por Sócrates. Enquanto que a "massa cinzenta" e os operários especializados continuam a abandonar o país, vão sendo criados empregos precários e contratados indiferenciados quase em regime de rotatividade. E ainda vem o primeiro-ministro anunciá-lo à boca cheia como se fosse algo positivo para o país. Poderá ser positivo para as suas estatísticas (propaganda) agora para os portugueses levanta, no mínimo, muitas dúvidas.