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quarta-feira, 12 de março de 2008

3 anos de «bluff» Maçon!


Decorrem hoje 3 anos sobre a tomada de posse do Governo PS, que resultou das eleições Legislativas de 2005.

Liderado por um jogador de Pocker da politica, pode-se dizer que o estilo de governação se caracterizou pelo «bluff», o que acabou por gerar um gigantesco Entroncamento - com os correspondentes fenómenos inexplicáveis - à escala Nacional.
Carnavalescas conferências de imprensa, onde em luminosos «power points» se tenta convencer os Portugueses, que afinal não aumentou o desemprego, não piorou a saúde, nem se deteriorou a ecónomia, foi a estratégia adoptada pelo jogador, que ocupa a cadeira de S. Bento, para vencer esta «partida» de 4 anos.

Pelo caminho, aconteceu um estranho e misterioso bailado de papéis que ligavam Paulo Pedroso, ao surreal «caso Casa Pia» (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=84005), bem ao estilo do que aconteceu em 1910 com o processo que investigava o assassinato do Rei D. Carlos e do Principe Real, onde desapareceu tudo o que constituia matéria de prova nessa investigação. Ontem como hoje, a maçonaria a actuar nos bastidores do poder. A diferença reside unicamente nos «caudilhos», que em 1910 se chamavam António José de Almeida ou Afonso Costa e hoje chamam-se Mário Soares ou Augusto Santos Silva.

No que a nós Nacionalistas diz respeito, a «espada maçon», desferiu o golpe que pretende seja decisivo, no futuro desta área politica.
Prisões estratégicamente programadas, quer de um destacado dirigente nacional do PNR, quer do maior símbolo vivo do Nacionalismo Português, disfarçadas por «crimes» inexistentes e manipulações terroristas da comunicação social, são o essencial do plano maçónico onde são coadjuvados pelos idiotas uteis do Bloco de Esquerda e do PCP, que dominam o inquisitorial Ministério Público.

Ao contrário do Goveno, nós Nacionalistas não fazemos «bluff», porque não jogamos pocker! Preferimos o Xadrez, onde existem biliões de hipóteses logo após as primeiras movimentações de peças. No entanto, é um jogo franco e leal, porque os tais biliões de hipóteses, estão ali à frente de ambos os jogadores todo o tempo, e vencerá o mais prespicaz na condução da melhor estratégia.

Uma coisa é certa: venceremos ou sairemos derrotados, como homens, porque podem prender quem pensa, mas nunca poderão prender o que pensamos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Os génios não são carneiros

Morreu ontem Robert James Fisher, o mais genial jogador de Xadrez de todos os tempos.

Conhecido mediáticamente por Bobby Fisher, era também apelidado por alguns de «Mozart do Xadrez», em função da sua precocidade, já que era práticamente imbativel aos 6 anos, foi campeão Americano aos 13 e foi-lhe atribuida a categoria de «Grande Mestre Internacional», aos 15.

Foi Campeão Mundial em 1972, derrotando a lenda Russa Boris Sapssky, depois de ultrapassar nas sucessivas eliminatórias até à final, um conjunto de Grandes Mestres Russos, com esmagadores 6-0, em partidas à melhor de 10.

Quebrou a hegemonia Soviética na modalidade, e foi utilizado como bandeira dos Americanos na Guerra Fria, papel que sempre recusou, porque não era Comunista nem Capitalista. Era simplesmente Bobby Fisher.

Tornou-se altamente impopular junto do sistema politico Norte-Americano ao proferir declarações anti-sionistas e em que denunciava a influência desse sionismo, no modelo económico e politico da América e do Ocidente.

Transformou-se assim, numa figura incómoda para a classe politica, que gostam de ser fotografados ao lado dos ícones do desporto, mas o «Grande Bobby», não pertencia ao clube dos mentecaptos que se deixam utilizar inocentemente pelos predadores do poder!
Com os seus 187 de Q.I., foi sempre uma voz não alinhada pelo politicamente correcto.
Ao contrário daquilo que se diz, não foi ostracizado. «Auto-ostracizou-se», porque recusou ser marioneta de gente a quem não reconhecia capacidades para o utilizarem e subalternizarem.

Acedeu jogar uma reedição da final de 1972, com Spassky, 20 anos depois, e mesmo tendo estado inactivo nesse período - ao contrário do seu adversário, que se manteve em competição regular -
venceu com facilidade.

Aquando do ataque à Sérvia por forças da NATO - naquele que se constituiu como um dos mais vergonhosos atentados à soberania dum País Europeu, de que há memória - Fisher apoiou incondicionalmente o Governo Sérvio, defendendo a legitimidade óbvia da Sérvia em preservar o Kosovo, como parte integrante do seu território.

Passou a foragido procurado pela justiça Americana, e viveu erráticamente em Hotéis por todo o País.
Acabou por ser detido no Japão, onde foi detectado porque jogava Xadrez por computador e jamais perdia, mesmo contra programas informáticos.
A Islândia - país onde tinha vencido a histórica final que o consagrou Mundialmente - ofereceu-lhe imediatamente asilo politico e foi aí que passou o resto da sua vida.

Desapareceu fisicamente ontem, 17.01.2008! O génio, esse ficará para sempre entre nós. No meu imaginário, permanecerá eternamente como um dos maiores desportistas da história!

R.I.P. Grande Bobby!!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Os bons os maus e os vilões!

Para os menos atentos, convém recordar, que esta benemérita organização, foi convidada de honra e teve inclusive uma banca, na popularissima festa do «Avante»:

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/Kt7iVbEfBREd8igcNGAdqA.html

Se fosse uma festa organizada pelo PNR, em que estivesse presente um qualquer grupo mais radical para actuar num concerto, caíria o «Carmo e a Trindade», dos maniqueístas ao serviço do Regime.

Para os paranóicos deste dualismo, que dividem a sociedade em «Bons» e «Maus», o Mário Machado é um criminoso descriminador e está em prisão preventiva, acusado de «coisa nenhuma», já que não aparece nessa acusação, qualquer acto de violência concreto. Só abstracções e subjectividades.

No entanto, foi catalogado pelos Lusos discipulos contemporâneos de Mani, como «Mau» e isso basta para ser isolado da sociedade e dos seus.

Em contrapartida, estes simpáticos guerrilheiros, que raptam, sequestram e matam, podem alegremente ter uma banca numa festa em território Português, onde provavelmente venderam miniaturas de AK47, ao lado de um qualquer quiosque de merendeiros com chouriço e tinto de Palmela.

É que os moços das FARC pertencem à categoria dos «Bons», na catalogação do Regime, o que funciona como «carta de alforria» para todo o tipo criminosos, e puderam assim conviver de perto, com as criancinhas que comiam algodão doce.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=242251

No País em que os mais altos responsáveis se banqueteiam à mesa com líderes Africanos responsáveis por genocidios, terroristas são convidados para festas organizadas por um Partido representado no Parlamento e pedófilos gozam descaradamente com o sistema judicial, fácilmente se conclui, que os locais menos mal frequentados da Nação, são cada vez mais as prisões.

A resposta a estes enigmas metafisicos encontra-se nos «vilões pulhiticos», que possuem padrões de ética e moral, altamente questionáveis!

terça-feira, 27 de novembro de 2007

«Jovens»

Os «jovens» dos subúrbios de Paris, voltaram aos motins, que os tornaram famosos :

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Violencia+em+Franca.htm

O então (em 2005) Ministro do Interior, Nicolas Sarkozy, já a preparar terreno para a candidatura à Presidência, apelidou os agitadores de «escumalha».
Caíu na altura o «Carmo e a Trindade» do «politicamente correcto», porque não devia ser assim que se tratam as «criancinhas descriminadas socialmente», mas o «Sarko», queria era papar as eleições, e quando assim é meus caros, vale tudo, pode-se tudo, e a «cartilha do multiculturalismo à pressão», é colocada - temporáriamente porém - de lado.

Actualmente está muito calado. Nem pia! Certamente entretido no Palácio do Eliseu a fazer telefonemas para as várias namoradas, ainda não deu pelos carros a arder nem pelos policias feridos.
Compreende-se! Até que voltem a haver eleições ainda demora e escusa de se estar a chatear.

Aqui em Portugal, Pátria dos mais doutos e sapientes tolerantes, quiçá do Mundo inteiro, não caíu nada bem, quando Mário Machado - pouco tempo após os disturbios de 2005, em Paris - exibiu na TV uma arma de caça, e afirmou que, caso se verificassem motins em Portugal como os que sucederam em França, em que a policia foi manifestamente incapaz de controlar a situação, os Nacionalistas iriam defender conforme pudessem o seu património!

As afirmações tinham sido feitas com base num cenário hipotético, mas horas depois, tinha a «policia politica» à porta, e andava um Governante, a balbuciar na TV, que se tratou de «um incentivo à violência e à luta armada».

Neste Cristão ocidente moderno, há que dar a outra face aos «jovens».
Quem tiver só um carro, deve desde já pedir novo crédito para comprar outro, porque assim, quando eles queimarem um, podemos logo em seguida disponibilizar um segundo, como Cristo ensinou.


Correr com eles a tiro de caçadeira é que não, porque podem-se aleijar na fuga ao torcer um pézinho.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Pontos de luz nas «trevas»

Depois de Pacheco Pereira ter manifestado a sua opinião relativamente à prisão injusta e ilegal de Mário Machado, surge agora outra voz importante a condenar a atitude grosseira e pouco clara do Ministério Público, em todo este processo!
Começam-se a levantar aqui e ali, as vozes de destacados «opinion makers», contra a vergonha.
À verticalidade de carácter de Pacheco Pereira e agora de Joaquim Letria, a minha homenagem, até, e acima de tudo, por serem reconhecida e assumidamente nossos opositores

Foi este o texto publicado hoje no jornal «24 Horas»:


Presos politicos


«A instrução do processo de Mário Machado, o líder dos Hammerskins, e a sua prisão preventiva há cerca de uma ano, mostra que presos politicos em Portugal, além de outros que estão muito bem presos e de alguns que são vítimas de injustiças.

Tenho experiências pessoais suficientes, num tempo e noutro, para poder dizer que entre alguma justiça da ditadura e certas situações desta chamada democracia, que venha o diabo e escolha.

Foi para não acontecer o que acontece que houve em Portugal quem tenha resistido meio século ao fascismo e, depois, quem tenha aproveitado a quartelada para tentar construir uma sociedade mais justa, alicerçada num Estado de direito.

Não preciso de dizer que não tenho a menor simpatia pelas ideias do líder dos neo-nazis portugueses. Mas foi para ele poder existir, e ter as suas ideias, que houve quem tentasse fazer uma revolução. A Liberdade, Igualdade e Fraternidade não se defendem com ilegalidades grosseiras nem podem depender de carcereiros.

Manter Mário Machado preso, alicerçar em provas discutíveis acusações duvidosas e condená-lo só porque tem as ideias que professa é injusto e muito perigoso.»


Por Joaquim Letria, in «24 Horas» de 14.11.2007


Mais palavras para quê?!?!

domingo, 4 de novembro de 2007

Nacionalismo e Desporto

A economia moderna, defenida pelo neoliberalismo, controla de modo resoluto a vida social das Nações, sob os pretextos imbecis da «flexibilidade dos mercados», da «competitividade» e da «livre iniciativa». Enriquecem alguns pançudos à sombra deste modelo e assim se criou nas sociedades ocidentais, massas de gente acritica e iletrada, mas disposta a vender a alma por uns Euros.

Disse um dia Margaret Tatcher, que «diante da democracia neoliberal, não há alternativa!», e tem sido neste cilindrar de todos os restantes ideiais sócio-politicos, que o «pensamento unico» tem triunfado e prevalecido.

Qualquer individuo mais atento, está consciente que a Democracia se encontra reduzida à sua expressão minima do patético ritual eleitoral. O povo nada sabe, nada pode, e delegou defenitivamente o seu destino, nas mãos de governantes que se limitam a ser «homens de mão» da alta finança.

O sistema de ensino, e um seu sub-sistema, o desporto, estão condicionados por toda a sociedade, e formam cidadãos em função das linhas directórias dessa sociedade!
No actual modelo social, que educação e que desporto?

Existe á partida uma contradição dificil de ultrapassar, entre os dogmas totalitários do liberalismo económico, e uma prática desportiva, que faça da actividade fisica uma obra cultural, assente sobre principios filosóficos, sociológicos, politicos e cientificos.
O Capitalismo neoliberal promove a competição desportiva como um bem essencial e quase exclusivo da prática desportiva, utilizando-o como veículo de propaganda, para os seus principios de fomento de rivalidades em busca do êxito pessoal.
O estereótipo do desportista moderno, criado pelo modelo neoliberal, é a de um personagem pouco inteligente, que tem várias namoradas, que ganha alguns milhões de Euros, e aceita em troco de mais alguns Euros, ver a sua vida devassada em revistas do «jet-brainless».

A educação desportiva de um povo, é mais do que isso.

É conhecimento, é emancipação, é cidadania e é liberdade. Não é uma actividade exclusivamente fisica, mas sim humana. É uma pluralidade de saberes. Uma filosofia de vida de cada um, que resultará numa atitude colectiva.


Este texto foi escrito com base nos ensinamentos recolhidos de um ensaio do grande pensador que dá pelo nome de Prof. Manuel Sérgio. A ele a minha homenagem!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Faz hoje exactamente 6 meses que desencadeou-se a perseguição ao nacionalismo com vista a criminalizar as opiniões, culminando na detenção de dezenas de nacionalistas.Opiniões legitimas de qualquer cidadão pois assim esta consagrado no artigo 37º da Constituição da Republica. Os atropelos vários a esta e outras leis não constituem dificuldade para quem a todo o custo apregoa os direitos humanos mas no fundo os viola saindo em impunidade.

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