Mostrar mensagens com a etiqueta Transportes Públicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Transportes Públicos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tempestade de críticas à reestruturação dos transportes públicos

O Plano Estratégico de Transportes apresentado pelo governo propõe a reestruturação profunda dos transportes de Lisboa e Porto e está a ser fortemente contestado.

Os vereadores da Mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa estão mesmo a preparar uma contra-proposta para apresentar ao Governo, com medidas para aumentar a procura. Esperam poder apresenta-la na próxima semana.

Segundo o coordenador do grupo de vereadores da Mobilidade e dos Transportes da Área Metropolitana de Lisboa, Joaquim Santos, "há outras alternativas" às medidas do grupo de trabalho nomeado pelo Governo.

Grandes críticas

Segundo afirma a Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, num comunicado hoje enviado às redações, "o Governo prepara-se para uma nova fase de aumentos de tarifários, com uma falsa unificação de bilhética, assumindo os novos bilhetes e passes os preços mais altos do actual tarifário".

A Plataforma acusa o PS, PSD e CDS de terem "promovido a degradação do serviço público" do sector e considera o Plano Estratégico dos Transportes, "um verdadeiro plano de privatizações".

A Plataforma apela ainda à defesa do transporte público de qualidade por parte de trabalhadores e utentes.

Paralisações na Transtejo e na Soflusa dia 08 Novembro

A Transtejo emitiu por seu lado esta sexta-feira um comunicado avisando os utentes que poderá haver paralisações na tarde da próxima terça-feira.

Os trabalhadores reúnem em plenário e a empresa avisa que, desde a hora do almoço até ao final da tarde, podem ficar paralisadas todas as ligações fluviais da Transtejo e da Soflusa. O terminal do Terreiro do Paço poderá também ser encerrado por questões de segurança, caso as paralisações se verifiquem.

Entre diversas medidas, o documento para a "Simplificação tarifária e reformulação da rede de transportes da Área Metropolitana de Lisboa", elaborado por um grupo nomeado pelo Governo, sugere a supressão da ligação da Transtejo entre Lisboa e Trafaria/Porto Brandão, o encerramento do Metropolitano de Lisboa às 23h e o fim de mais de uma dezena de carreiras diurnas e da rede Madrugada da Carris.

Em Porto Brandão, Almada, uma das localidades afetadas pela possivel supressão da sua ligação fluvial com Belém, os cerca de 80 moradores dizem que a medida vai "matar a terra".

A localidade foi, durante séculos, "ponto de chegada e de passagem de tudo", mas a supressão da ligação fluvial vai transforma-la num "ponto final", deixando-a "morrer devagarinho", nas palavras de Nuno Filipe Silva, do movimento cívico "Catraio", à Lusa. (Rtp)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mais de sete quilómetros de carril de eléctricos desactivados

A cidade de Lisboa tem, actualmente, cerca de sete quilómetros de carril de eléctrico que não estão em funcionamento, informou a Carris, que remete para a Câmara de Lisboa a responsabilidade de remover os troços desactivados.

No mês em que a rede de eléctricos da Carris, em Lisboa, comemora 110 anos, o secretário-geral da empresa, Luís Vale, disse à agência Lusa que existem cerca de sete quilómetros de linhas de carril que não estão activas.

Os conhecidos amarelos, transporte emblemático da capital, viu a sua importância decrescer ao longo do tempo, sendo que dos percursos inaugurados entre 1901 e 1991, apenas cinco se mantêm em funcionamento.

Questionado sobre a necessidade de remover os tais troços, para diminuir os riscos de acidentes, Luís Vale considerou que o risco é igual ao que existe noutras linhas.

«Estes troços têm características idênticas aos que estão em utilização não havendo, por isso, qualquer risco adicional de acidente», afirmou o responsável, sublinhando que compete à Câmara de Lisboa remover as linhas de carril desactivadas.

«Os troços de carril abandonados têm sido gradualmente retirados, ou cobertos por tapetes de betuminoso, na sequência das obras que a Câmara Municipal de Lisboa promove nesses eixos viários», sustentou.

A Lusa tentou contactar o vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa, Nunes da Silva, mas não obteve resposta até ao momento.

A frota de rede de eléctricos da Carris é constituída por 65 carros eléctricos, três ascensores (com seis veículos) e o Elevador de Santa Justa (com duas cabines), servindo anualmente 20 milhões de pessoas. Lusa / SOL

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Governo PS coloca passes sociais em risco na Grande Lisboa

Os operadores privados de transporte público de passageiros da região de Lisboa - Rodoviária Nacional, Transportes Sul do Tejo, Vimeca Transportes e Scotturd - ameaçam deixar de vender passes sociais dentro de três meses.

De acordo com o presidente da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (Antrop), Luís Cabaço Martins, o Estado deve às empresas cerca de 15 milhões de euros, pelo que, se não houver autorização de pagamento do Ministério ads Finanças, os operadores terão de “denunciar os acordos” que permitem que os passes sejam mais baratos.

Os associados da Antrop irão reunir-se em Setembro para decidir sobre o assunto. O passo seguinte poderá ser a não fixação de preços sociais e o abandono do sistema de passes, afectando muitos milhares de utentes da área metropolitana de Lisboa.(C.M)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Transportes em Lisboa vão aumentar !

Os preços dos transportes públicos de Lisboa e do Porto, bem como os transportes fluviais da Área Metropolitana de Lisboa, vão aumentar, em média, 1,2 por cento a partir de julho, informou hoje a tutela.

Em comunicado hoje emitido, os ministérios das Finanças e Administração Pública, da Economia, Inovação e Desenvolvimento e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações informam que "fixaram em 1,2 a percentagem de aumento médio para os transportes urbanos de Lisboa e do Porto, para os transportes coletivos rodoviários e ferroviários interurbanos de passageiros até 50 quilómetros e para os transportes fluviais na Área Metropolitana de Lisboa".

Este aumento "engloba a variação da taxa reduzida do IVA [Imposto de Valor Acrescentado] de cinco para seis por cento". (Lusa)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

137º Aniversário da CARRIS

Sendo a CARRIS uma empresa de transporte público de passageiros centenária - fundada em 18 de Setembro de 1872 - encontra-se intimamente ligada ao desenvolvimento da cidade de Lisboa tendo, ao longo do tempo, procurado proporcionar à população fixa e flutuante da cidade, uma adequada satisfação das suas necessidades de mobilidade.

A 17 de Novembro de 1873 é inaugurada a primeira linha de "americanos" entre a Estação da linha Férrea Norte e Leste (Stª. Apolónia) e o então extremo Oeste do Aterro da Boa Vista (Santos).

Em 31 de Agosto de 1901 tem início o serviço de Carros Eléctricos.

Os anos que se seguiram ficaram assinalados pela total electrificação da rede então existente, pelo aparecimento de novas carreiras e pelo crescimento da frota com carros inicialmente adquiridos nos Estados Unidos e, a partir de 1924, construídos nas oficinas da Empresa.

Em 1940, com o fim de reforçar o transporte de visitantes para a Exposição do Mundo Português, que se realizou em Belém, a CARRIS adquire os primeiros seis autocarros.

Em 9 de Abril de 1944 é oficialmente inaugurado o serviço de autocarros.

Nas últimas décadas, mercê das condições de circulação e das dificuldades da sua rentabilização económica e social, verificaram-se grandes transformações na frota de carros eléctricos nomeadamente a gradual diminuição do número de viaturas, bem como das carreiras que serviam.

Entretanto, foi-se reforçando, renovando e diversificando a frota de autocarros, adequando-a às exigências da procura e às particularidades dos percursos.

Após as décadas de 50 e 60, as opções tomadas conduziram a cortes significativos na rede de eléctricos, surgem nos anos seguintes novas perspectivas da sua reabilitação, que passam pela adopção de novas tecnologias (resultando em velocidades comerciais mais elevadas), pelo aumento da capacidade dos veículos e por melhores condições de circulaçäo (criação de "sítios próprios" e sinalização específica).(Carris)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Metros e autocarros gratuitos em Lisboa nos dias 16 e 22 de Setembro

As viagens nas redes de Metro do Porto e Lisboa e nos autocarros da Carris e da STCP vão ser gratuitas quarta-feira e dia 22, disse hoje à Lusa fonte do Metro do Porto.
Esta iniciativa, que está enquadrada no âmbito da Semana da Mobilidade, pretende fomentar a tendência de transferência do transporte individual para o transporte colectivo.
No primeiro semestre deste ano, o Metro do Porto registou uma taxa de crescimento de 4,3 por cento, a qual pretende consolidar com esta iniciativa de promoção do transporte público.(Lusa)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Metro de Lisboa ganha 38 estações até 2020

Além das 30 novas estações anunciadas pelo Governo, a autarquia sugere um alargamento na Alta de Lisboa, numa linha de superfície com oito estações. O plano do Governo tem um custo previsto de 2,5 mil milhões de euros

Depois de o Governo anunciar que o Metro de Lisboa terá mais 30 estações até 2020, o que significa um aumento de 29 quilómetros na rede, a Câmara Municipal de Lisboa decidiu dar parecer favorável e "reivindicar" mais uma bifurcação na Linha Vermelha e sugerir uma linha de Metro Ligeiro na Baixa de Lisboa.
Se for aceite a sugestão da proposta aprovada ontem em sessão camarária, os 2,5 mil milhões de euros previstos pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, devem aumentar.
A CML propôs assim "o estudo de uma linha de Metro Ligeiro, que faça circular pela Alta de Lisboa, Ameixoeira, S.Francisco de Assis e Quinta das Mouras". Segundo uma planta da autarquia a que o DN teve acesso, tal significará mais oito novas estações na Alta da cidade.

Nesta nova rede do metropolitano, apesar de existirem mais estações, o Governo garante que os tempos de espera vão ser diminuídos. A linha amarela irá expandir-se para fora de Lisboa, penetrando nos concelhos de Loures e Odivelas numa área de 8,4 quilómetros.
Por outro lado, esta linha terminará no Campo Grande. A ligação daqui até ao Rato passará a ser a linha verde que irá até ao Cais do Sodré.
Na linha azul, que liga a estação de Santa Apolónia à Amadora-Este, nascerão duas novas estações: Uruguai e Benfica, estando ainda em estudo uma estação intermédia entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia (Alfama).
Ainda assim, a maior expansão vai ter lugar na linha vermelha que unirá o Oriente ao Aeroporto (se este ainda existir na altura). A linha seguirá então do Aeroporto para o Campo Grande, num destino que só terminará no Hospital Amadora-Sintra. E mais: São Sebastião ficará ligado a Alcântara e Alvito.
Por outro lado, o Governo assume que este traçado pode ainda sofrer alterações. Falta também saber qual a receptividade do Metro de Lisboa às reivindicações da autarquia que, recorde-se, perdeu recentemente o assento que tinha no Metro de Lisboa.

Na proposta de emissão de parecer levada à sessão camarária pelo presidente da autarquia António Costa e pelo vereador Manuel Salgado, estes criticaram a falta de presença da autarquia na definição do rumo do metro.
"Durante décadas a Câmara Municipal de Lisboa esteve arredada do planeamento da rede de metro que serve a cidade com as consequências negativas que daí resultaram", escreveram os vereadores numa crítica aos governos PS e PSD.
A rede do Metro de Lisboa, que tem actualmente 37,7 km, ficaria assim com um total de 66,7 km. Isto, claro, se o plano do Governo se concretizar. (DN)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Metro de Lisboa-Linha vermelha fica 44 milhões de euros mais cara

Em Julho de próximo ano as estações de Saldanha II e de S. Sebastião II vão ser as próximas inaugurações do Metropolitano de Lisboa.

No entanto, a obra inicialmente estimada em 196 milhões de euros vai ver um acréscimo, segundo o Correio da Manhã, de 40 milhões, ficando o custo final em 240 milhões de euros.
Desta forma, a extensão de 2,2 quilómetros, com duas estações, vai representar um custo de 109 milhões de euros por quilómetro.

A derrapagem no preço da linha vermelha resulta de imprevistos existentes no subsolo e no prolongamento do túnel até à rua Marquês da Fronteira, Segundo o Correio da Manhã.
O crescimento da linha vermelha é uma das grandes apostas do metro, estando neste momento a decorrer as obras para chegar ao aeroporto.
sol@online.pt

domingo, 20 de abril de 2008

CP quer manter Estação de Santa Apolónia a funcionar

A CP afirmou hoje que não pretende desactivar a estação de Santa Apolónia, inviabilizando assim a sugestão do presidente da Câmara de Lisboa de a utilizar como futuro terminal de cruzeiros.

Em comunicado enviado à Agência Lusa, o porta-voz da CP afirma que a empresa "tem em mente continuar a efectuar a ligação suburbana sobre Santa Apolónia", lembrando que há pouco tempo foi inaugurada a ligação entre o metropolitano e o comboio em Santa Apolónia.

A CP prevê que eliminar a estação de Santa Apolónia poderá provocar "congestionamento sobre a Linha de Cintura", que poderá no futuro ser agravado pelo tráfego que vem das linhas de Sintra, Cascais, da ponte sobre o Tejo, da linha do Norte e da futura terceira travessia.

Além disso, a empresa tem instalados em Santa Apolónia serviços de manutenção, logística e estacionamento, que teriam que ser mudados de sítio caso a estação deixasse de ser utilizada.

Assim, a CP prefere "encontrar uma solução de consenso que "viabilize as intenções de requalificação urbana da Câmara Municipal de Lisboa e as exigências do sistema de transportes da Área Metropolitana". ( Continuar a ler ... )