sábado, 30 de junho de 2012
Operação “Polvo” da PSP na Linha de Sintra deteve 7 pessoas
A PSP, durante a madrugada da última sexta-feira, realizou uma operação conjunta denominada “Polvo” com os Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), nas estações da CP da Linha de Sintra.
Nesta operação, em que estiveram envolvidos 20 elementos da PSP e 4 viaturas, foram abordados inúmeros cidadãos nas estações ferroviárias do Cacém, Queluz-Belas, Amadora e Damaia, tendo sido detidas 7 pessoas por situação irregular em território nacional, 25 foram notificadas para abandono voluntário do país no prazo de 20 dias e 492 identificadas.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
PSP troca tiros com gang romeno
O trio romeno estacionou um Audi A4 pelas 06h30 de ontem, junto à oficina Autocentropneu. Depois de forçarem a fechadura da porta, os ladrões partiram os vidros do escritório, tentando arrombar um cofre com uma rebarbadora.
Fonte policial disse ao CM que o grupo criminoso demonstrou facilidade em localizar o cofre. Entretanto, um polícia de folga passou a pé junto à oficina no momento em que os três assaltantes usavam a rebarbadora, apercebendo-se da acção. De imediato foram pedidos reforços, tendo os polícias esperado na rua até ver o gang a sair.
O grupo, que se terá apercebido da presença da PSP, saiu da oficina com o cofre e tentou introduzi-lo na bagageira do Audi A4. Perante a presença dos agentes, os três assaltantes fugiram a correr e dispararam na direcção da PSP, que respondeu de imediato.
Não houve feridos, tendo sido possível prender apenas um dos ladrões. O cofre que o gang pretendia roubar não tinha dinheiro. "Continha apenas alguns documentos", concluiu ao CM fonte no local. (C.M)
sábado, 28 de agosto de 2010
Gangue brasileiro ataca noite de Lisboa

O Ministério Público concluiu, este mês, mais uma investigação relacionada com a segurança privada na noite de Lisboa: 26 pessoas, na sua maioria cidadãos brasileiros, foram acusados de montar uma associação criminosa com o objectivo de dominarem o negócio da segurança em algumas discotecas de Lisboa e na Margem Sul do Tejo.
O modus operandi descrito na acusação na Unidade Especial de Combate ao Crime Violento do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa vai de encontro a outras investigações já realizadas: o grupo, liderado por Sandro Bala, praticante da arte marcial jiu-jitsu, começava por fazer aproximações "pacíficas" aos donos dos estabelecimentos de diversão nocturna, oferecendo os seus serviços de segurança. Caso estes recusassem, os indivíduos começavam a frequentar os estabelecimentos e a provocar distúrbios, assim como a agredir os clientes.
"Face ao clima de intimidação e terror provocado pelos arguidos na concretização do plano delineado (...), os proprietários dos diversos estabelecimentos acabavam por denunciar os contratos com outras empresas de segurança nocturna", acabando por celebrar novos contratos com uma sociedade, a Olho Vivo, criada pelo grupo da Margem Sul do Tejo.
Um dos alvos do grupo liderado por Sandro Bala foi a conhecida discoteca de Lisboa, o Budha Bar. Segundo a acusação do Ministério Público, "na madruga- da do dia 23 de Julho de 2009, os arguidos entraram no estabelecimento de diversão nocturna e destruíram todos os móveis e utensílios que encontraram, o que fizeram após troca de palavras com o responsável pelo estabelecimento, na sequência do que o agrediram a ele e, indiscriminadamente, e a se- guranças de outra empresa que ali se encontravam em serviço".
Em Setembro do ano passado, o alvo foi o Alcântara Mar. Um dos elementos do grupo, ainda de acordo com a acusação do Ministério Público, fez saber ao responsável daquele estabelecimento de diversão de nocturna que a segurança do mesmo deveria estar a cargo da empresa Olho Vivo. "Receoso e conhecedor da violência do grupo liderado pelos arguidos", o dono do Alcantara Mar "temeu pela sua vida e segurança, aceitando celebrar tal contrato, cujo valor pago supera já os € 20 mil euros", descreve o procurador do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, José Ramos.
No decurso da investigação, dois dos principais arguidos, o próprio Sandro Bala e Wanderley Silva, fugiram para o Brasil. No despacho final, o procurador do MP deixa uma espécie de alerta para o fluxo de imigração daquele país para Portugal. Um circuito que funcionou como um veículo para o crescimento da associação criminosa.
É que era no Brasil que Sandro Bala recrutava praticantes de jiu- -jutsu para a organização. Estes entravam em Portugal como participantes de supostos torneios daquela arte marcial - que nunca existiram. Depois radicavam-se nas casas dos membros do grupo, entrando no circuito da segurança nos bares e discotecas.
Também um militar da Guarda Nacional Republicana foi identificado como fornecedor de informações a este grupo da Margem Sul. Este indivíduo, que frequentava o mesmo ginásio dos elementos da organização, terá passado informações sobre processos pendentes, assim como de patrulhas policiais. Os 26 arguidos são acusados de mais de cem crimes.(DN)
domingo, 1 de agosto de 2010
Ex-Deputado do PS Fernando Ka paga 5,60 euros de renda à CML
Fundador e dirigente da Associação Guineense de Solidariedade Social, que durante cinco anos funcionou nesta casa situada junto à Gulbenkian, Ka faz parte de uma listagem de inquilinos do chamado património disperso do município entregue anteontem pelo presidente da câmara, o socialista António Costa, aos vereadores. Apesar de não se encontrar integrado em nenhum bairro do género, o fogo da Rua Dom Luís Noronha é considerado pela autarquia como sendo de habitação social. Contactado pelo PÚBLICO, o activista dos direitos dos imigrantes remeteu um esclarecimento para mais tarde, altura em que já não atendeu o telemóvel.
Fernando Ka continuou a ocupar a casa mesmo quando foi para o Parlamento nas listas do PS, como deputado, no início dos anos 90. Acabaria por abandonar aquele partido em 2003, com acusações de racismo. A listagem em questão revela também que o jornalista e escritor Baptista-Bastos habita desde 1997 uma casa camarária pela qual paga neste momento uma renda de 263 euros mensais, nas proximidades da Estrada da Luz. O preço médio do aluguer de um quarto em Lisboa ronda os 200 euros.
A vereadora Helena Roseta, do movimento Cidadãos por Lisboa, afirmou na quarta-feira que os critérios para a atribuição de casas camarárias estão definidos desde 2004. "O presidente informou que os critérios estão definidos pelo menos desde 2004, houve apenas uma alteração de prioridades por despacho da vereadora Ana Sara Brito", disse, citada pela agência noticiosa Lusa, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. Na reunião foi aprovada uma proposta sua para a divulgação dos critérios de atribuição de casas da autarquia e do novo modelo de gestão dos bairros sociais. António Costa qualificou-a como "totalmente redundante", sublinhando que "são conhecidos os critérios". A.H.
Aqui no Lisboa Terra Portuguesa, gostaríamos de saber quais são os critérios de atribuição das casas camarárias ? E já agora, saber porque razão um cidadão estrangeiro tem direito a habitar uma casa camarária, quando há portugueses há espera de habitação.
domingo, 4 de julho de 2010
Ainda não está farto de tantos «casos pontuais»?
Portugal foi palco, durante a última semana, de uma série do que as autoridades comummente descrevem como «casos pontuais»Se não vejamos, foi o caso dos desacatos provocados por adeptos brasileiros (se fossem ingleses seria hooliganismo) na sequência do jogo Portugal - Brasil a contar para o Mundial 2010, a polícia foi obrigada a intervir numa zona de bares no Parque das Nações quando adeptos brasileiros tentaram bloquear uma rua e vandalizar automóveis ali estacionados.
Os distúrbios obrigaram a polícia a disparar balas de borracha para dispersar os adeptos. Tendo os brasileiros arremessado pedras contra as forças da ordem dispostas no local a fim de prevenir este tipo de situações (porque será?).
Na noite de segunda para terça-feira da semana passada foram detidas no Bairro do Asilo, Monte de Caparica, 19 pessoas após se terem registado confrontos com militares da GNR tendo cinco agentes ficado feridos nos confrontos.
Já no passado fim-de-semana um verdadeiro «arrastão» varreu um comboio da linha Lisboa-Cascais, como consequência da razia, 15 pessoas foram identificadas, três ficaram detidas e foram presentes a um juiz de instrução criminal por suspeita de roubo, agressão e coacção física.
O grupo era composto por cerca de 40 indivíduos que provocaram o alarme, com assaltos e desacatos no comboio Os meliantes vieram da zona de Sacavém e embarcaram numa das estações próximas de praias da linha de Cascais, começando a provocar desacatos e a fazer ameaças, tendo feito vários roubos.
Nesta última madrugada o Bairro do Asilo, voltou a ser palco de incidentes. Recordemos que na situação da semana passada a GNR considerou que os incidentes foram "uma situação pontual", alegando não ter registos de ocorrências semelhantes neste bairro da margem sul.
Na situação sucedida na passada madrugada foi disparado um "very ligth" em direcção à patrulha da GNR. Foram pedidos reforços, tendo-se deslocado para o local duas equipas das forças de intervenção rápida A situação apenas ficou normalizada pelas 6h00 e os efectivos desmobilizaram gradualmente, não havendo informação de detenções ou identificação de pessoas.
Ou seja que os relatos se sucedem mas as forças policiais parecem ter recebido ordens superiores para qualificarem uma e outra vez os sucessos como «casos pontuais», não vá o português de cepa a ficar com a impressão que a autoridade parece estar a perder o pé em certas zonas do país.
Se não reparemos nas declarações do director nacional da PSP, Oliveira Pereira, quem afirmou que os desacatos e assaltos que ocorreram no sábado num comboio na Linha de Cascais foram "um pouco empolados" pela imprensa, embora reconheça que o caso é "preocupante".
Para Oliveira Pereira "aquele assunto [assaltos no comboio] foi um pouco empolado, o número de pessoas não era aquele que foi referido na comunicação social, foram menos.
Afinal assim estamos mais descansados os assaltos e distúrbios se sucedem mas não são graves apenas “um pouco empolados" pela imprensa”. (Fonte)
domingo, 27 de junho de 2010
Magrebinos assaltavam casas na Grande Lisboa
Durante um ano, grupo de magrebinos residente em França roubava casas na Grande Lisboa no valor de mais de quatro milhões de euros. PSP deteve quatro, mas há mais à solta.
"O grupo não é violento, mas muito organizado", observou a subcomissária Carla Duarte na sala onde se amontoavam LCD, máquinas de fotografar e de filmar, jóias, malas e relógios de marca, notas de euro, algumas garrafas de vinho barato, calçado caro, computadores portáteis, iPods, óculos de sol.
O material que ontem foi fotografado na Esquadra de Investigação Criminal da PSP, no Estoril, não está ainda avaliado, mas estima-se que o grupo de magrebinos, que há sete meses era investigado, tenha furtado um montante superior a quatro milhões de euros em material vendável e em dinheiro.
Quatro, dois homens e duas mulheres, foram detidos ontem de madrugada, entre a 01.00 e as 07.00, em flagrante delito quando assaltavam uma residência na Quinta da Marinha. Os polícias deslocaram-se depois ao apartamento que tinham arrendado em Moscavide e apreenderam todo o material que os jornalistas puderam observar, resultado de anteriores assaltos, e ainda duas viaturas de altas cilindrada, uma das quais um Audi que havia sido furtados há dois meses a um stand no Parque das Nações, em Lisboa, e que já foi devolvido. A outra viatura terá sido adquirida pelos próprios em França.
Os quatro detidos, com idades compreendidas entre os 28 e os 40 anos, corresponderão apenas a um terço do grupo que há cerca de um ano actua em Portugal de forma sazonal. Dois permanecem por cá, mas os restantes vivem a maior parte do tempo no Sul de França. As suas deslocações ao território nacional destinam-se só aos assaltos e regressam. Actualmente tinham uma casa arrendada em Moscavide. Mas antes ficavam em hotéis de cinco estrelas, em pensões ou em residenciais. "Os hotéis em que ficavam eram dos mais caros", confidenciou ao DN um dos investigadores.
Segundo a PSP, o grupo este ano terá cometido cerca de cem furtos em residências, todos no distrito de Lisboa, vários deles na Quinta da Marinha, em Cascais, um condomínio fechado de gente rica.
Carla Duarte assegurou ao DN que nenhuma arma foi encontrada com o material apreendido nem há registo de danos físicos nas vítimas dos furtos. "Usavam chaves de fendas para abrir portas e uma rebarbadora para abrir cofres", explicou a subcomissária, adiantando ainda que a entrada nas residências era sempre entre o fim da tarde e o início da noite.
Os assaltos era preparados ao pormenor. Os dois indivíduos que permaneciam no território nacional fotografam as casas , analisavam os movimentos dos residentes, e estipulavam o dia da operação. "Tudo muito organizado e sem violência", esclareceu a subcomissária. A Quinta da Marinha, por exemplo, tem segurança privada, mas nunca a presença do grupo foi notada aquando dos furtos.
Grande parte do material saía imediatamente de Portugal rumo a Espanha e a França onde era vendido. Outra parte era levada a receptadores portugueses para ser convertida em dinheiro. Segundo a PSP, as averiguações vão continuar. As investigações até agora realizadas contaram com o apoio da GNR. Os quatro detidos foram ontem presentes a tribunal e ficaram em prisão preventiva. (DN)
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Adeptos brasileiros causam distúrbios no Parque das Nações
Dois adeptos brasileiros, pelo menos, foram hoje à tarde detidos pela PSP no Parque das Nações, em Lisboa, após confrontos com a Polícia que ocorreram no final do jogo entre Portugal e Brasil, disse à Lusa fonte da PSP.
A porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) da PSP, Carla Duarte, adiantou que no final do jogo adeptos «sobretudo brasileiros» começaram a danificar viaturas que estavam estacionadas junto a alguns bares e restaurantes na zona Norte do Parque das Nações.
A subcomissária adiantou que, pelo menos, dois adeptos brasileiros foram detidos, um deles por ter incentivado aos confrontos com a Polícia e o outro por arremessar pedras contra os agentes.
Diário Digital / Lusa
Basta de Abuso!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Autor de assalto ao BES condenado a 11 anos de prisão

No final, o advogado de defesa admitiu que estava à espera de uma pena mais pesada e ainda não decidiu se vai recorrer da decisão. "Era expectável que fosse pior. Poderia ir até 25 anos de cadeia. Nas alegações dissemos que a condenação deveria ir entre os cinco e os dez anos. Vamos agora examinar o acórdão e ainda é prematuro falar em recurso", disse João Martins Leitão.
Um dos objectivos do advogado é também que Wellington cumpra a pena no Brasil, numa cadeia em Minas Gerais, para poder estar perto da família.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Guerra de gangs em Lisboa !
As imagens da Quinta da Fonte no Verão passado voltaram a repetir-se ontem no bairro Azul, nas Olaias, Lisboa. Cerca das 18h00, ciganos e africanos envolveram-se em confrontos e o tiroteio começou. Tudo por causa de um apartamento que toda a gente quer.Segundo apurou o CM, anteontem à noite, quando Elisabete Silva chegou a casa, esta estava ocupada por uma família de ciganos. Estes garantem que a proprietária lhes tinha prometido vender o apartamento e até já tinham dado mil euros de sinal. Elisabete nega e diz que não tem mais nenhum sítio onde viver. Na altura, a proprietária foi ajudada por outras africanas, que evitaram a ocupação.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Estrangeiros matam em Portugal
40,5 por cento dos homicídios ocorridos na área de Lisboa foram cometidos por cidadãos estrangeiros (turistas ou imigrantes, legalizados ou não), revela um estudo divulgado pela edição desta segunda-feira do «Correio da Manhã».A investigação foi feita com base numa amostra de 132 homicídios ocorridos na área da PJ entre os anos de 2000 e 2004.O estudo teve por base crimes cometidos na área sul das Caldas da Rainha até Évora, com excepção da zona de Setúbal.
De acordo com o «Correio da Manhã», no estudo pretende-se partir desta amostra para mostrar a realidade nacional, de onde apenas 59,6 por cento dos homicidas são portugueses.
Este estudo conclui que a maioria dos homicidas são homens (92,6 por cento) têm entre 31 e 40 anos (38 por cento) matam os conhecidos (32 por cento) na sequência de discussões pontuais, muitas delas potenciadas por consumo de álcool (37 por cento) na via pública (54,6 por cento); à noite (41,4 por cento) e com arma de fogo (41,7 por cento).(Fonte)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
PSP de Lisboa detém nove ilegais
A PSP de Lisboa deteve, esta quarta-feira, nove imigrantes ilegais, no âmbito de uma operação que resultou ainda na apreensão de alguns telemóveis, uma arma de alarme e mais de uma centena de cartões de operadoras telefónicas.Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP informa que a operação policial "Vendaval", que envolveu cerca de 30 agentes, decorreu entre as 15:00 e as 17:00, no Largo de São Domingos, em Lisboa, e visava detectar pessoas em situação irregular em Portugal.
Das acções de fiscalização efectuadas a estabelecimentos e das abordagens na rua resultaram nove detenções por situação ilegal e perto de 15 notificações para comparência no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
A PSP apreendeu seis telemóveis, uma arma de alarme e cerca de 120 cartões das diversas operadoras telefónicas.(Tsf)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Acusado de tráfico no caso ‘Máfia da Noite’ era professor de ginástica do Primeiro-ministro
Quando Alexsander Batuli foi despedido do ginásio Clube VII, em Lisboa, "foi feito um abaixo-assinado para ele voltar para o ginásio. Muita gente assinou, inclusive o primeiro-ministro". José Sócrates estava longe de imaginar, em 2007, que o seu professor de ginástica era arguido no processo ‘Máfia da Noite’ – acusado de associação criminosa e tráfico de droga, com ligações ao alterne.Júlia Almeida, mulher do suspeito brasileiro, descreveu ontem no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, o que o marido lhe contara: "O primeiro--ministro até convidou o Alex para jantar, para que ele o ajudasse a montar um ginásio no palácio [de S. Bento, a sua residência oficial]".
Júlia é companheira de Alexsander há oito anos. No seu testemunho confirmou que o arguido consome cocaína e anabolizantes. E deu a entender que as gramas de ‘coca’ que a PSP lhe apreendeu no Audi A3 seriam para consumo e não para venda. Mais: alegou ainda que Alexsander deixou em 2007 o health club e centro de fitness Clube VII por incompatibilidade com a nova administração. Ora, segundo uma escuta telefónica realizada pela PSP, Alex terá sido despedido do clube de fitness por orgias e drogas.
A testemunha reforçou o empenho do companheiro na sua carreira profissional, professor de ginástica. E garantiu que ela nunca consumiu cocaína e que "barritas" – termo muito utilizado nos telefonemas trocados entre ambos – "são mesmo barritas de cereais, proteicas".
O CM contactou ontem o gabinete do primeiro-ministro, José Sócrates, que recusou fazer quaisquer comentários.(Fonte)
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Director da PSP afirma que assaltantes eram imigrantes ilegais
Segundo a PSP, tudo correu bem nas negociações. E a decisão de sair do banco com os reféns, e de armas apontadas a eles, «partiu dos próprios assaltantes», emigrantes ilegais há meses em Portugal, sem cadastro.
«Não era o cenário mais provável, mas estávamos preparados para esse cenário», disse também o superintendente-chefe da PSP, Jorge Barreira, afirmando que os assaltantes pretendiam entrar num carro e seguir para Espanha.
«O momento foi aquele em que sentimos que a vida dos reféns estava em perigo iminente» afirmou o director nacional da PSP, Francisco Oliveira Pereira, sobre a altura em que aconteceu a acção de resgate da polícia. A PSP acredita que os assaltantes, em desespero, estariam preparados para matar ou pelo menos disparar sobre os reféns.
«Não sei se eram experientes, mas pelo menos preparados estavam», acredita também a PSP, que descarta a hipótese de os dois assaltantes fazerem parte de um gangue ou de uma rede maior de criminosos.
«São provavelmente armas ilegais, pistolas», afirmou o director, referindo-se às armas dos assaltantes, mas não confirmando a nacionalidade dos mesmos, pois a «a PSP não olha à cor da pele».
«A intenção era neutralizar», disse também o director, afirmando que os agentes tentaram proteger a integridade dos reféns, mas também a dos sequestradores.
Quanto à posição dos snipers no local, o responsável por aquela unidade táctica afirmou apenas que estavam nas posições certas para responder a diferentes possibilidades.
Na conferência de imprensa, o director nacional da PSP deixou também «uma palavra de louvor para os reféns», pela sua «coragem, tranquilidade e resistência», e pela confiança na actuação das forças policiais.
«A população sabe que pode contar com a intransigência da PSP», disse logo no ínício da conferência de imprensa desta tarde o director nacional da PSP, passando depois a palavra à subintendente Florbela Carrilho.
Seguiu-se uma nova descrição dos acontecimentos de ontem, que começaram pelas 15h, com um carro patrulha apenas e três elementos da polícia e terminaram com várias dezenas de polícias no local, um perímetro de protecção de centenas de metros, e várias unidades diferentes de polícia.
Um assalto a uma dependência do Banco Espírito Santo, na rua Marquês de Fronteira, em Lisboa, chocou ontem o país. Dois assaltantes, brasileiros, mantiveram dois reféns sequestrados entre as 15h da tarde e as 23h23 da noite.
O assalto terminou com a morte de um dos sequestradores, por parte da polícia, e ferimentos graves no outro, que está em perigo de vida. Os reféns ficaram bem, sendo um deles, um homem, transportado para o hospital de São José, onde está também o autor do crime, apenas por precaução.
Durante a tarde, outros quatro reféns foram libertados, um deles, uma mulher de 52 anos, sofreu um ataque de ansiedade cerca de uma hora depois do início do assalto e saiu pouco depois da dependência do banco.(Fonte:Sol)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Brincalhões!!
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=919905
É uma clara situação, das muitas em Portugal, de inépcia e incompetencia do Estado, quer em termos de Legislação, quer no que diz respeito à fiscalização e rigor que lhe competem.
É um caso tipico de desleixe, já que - embora por vias que roçam a vigarice - o Estado continua a facturar impostos e multas, sem que lhe interesse minimamente se estas se aplicam ao real infractor ou a outra pessoa qualquer. O que interessa é que exista um qualquer carneiro que pague e vá oxigenando as depauperadas finanças públicas.
Em contraponto a esta verdadeira exibição de incompetência e burla institucional, foi hoje orgulhosamente inaugurado, um posto que visa agilizar a legalização de imigrantes, completamente digitalizado e que aparentemente, vai conceder vistos de residência ao ritmo a que se assam frangos numa churrasqueira.
Segundo o inefável Ministro Rui Pereira, o processo vai permitir reduzir os prazos de concessão de residência, dos actuais 6 meses, para uma semana. Tudo em prol do bem estar e comodidade dos imigrantes:
http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF188740
Porreiro pá! Num País onde pessoas que venderam o carro há 6 anos, ainda recebem notificações da Brigada de Trânsito, por incapacidade da máquina estatal, dá-se total prioridade à facilitação da burocracia que envolve a legalização de imigrantes.
Na Reboleira (Amadora), pois claro, que a cada dia que passa mais assume o estatuto de «Kosovo Português»!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Mais de 1.500 empregos para imigrantes disponíveis através da Internet
Esta é a forma como o Estado tem entendido a questão do trabalho e da imigração. Publicam-se anúncios (e às tantas pode pensar-se se não será apenas para dizer que o fizeram) e se ninguém responde chamam-se imigrantes. Ninguém se questiona sequer se o melhor não seria obrigar a melhorar, por pouco que fosse, as condições de trabalho oferecidas. Não, a solução é importar imigrantes dispostos a fazer esses trabalhos pelas condições miseráveis do emprego que tem sido criado.
Estes são, aliás, alguns dos milagrosos 150 mil postos de trabalho anunciados por Sócrates. Enquanto que a "massa cinzenta" e os operários especializados continuam a abandonar o país, vão sendo criados empregos precários e contratados indiferenciados quase em regime de rotatividade. E ainda vem o primeiro-ministro anunciá-lo à boca cheia como se fosse algo positivo para o país. Poderá ser positivo para as suas estatísticas (propaganda) agora para os portugueses levanta, no mínimo, muitas dúvidas.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
«Politicamente Incorrecto - Futebol»
João Viera Pinto, lúcido e sem papas na língua dá uma entrevista ao jornal público em que responde a algumas perguntas:
Como vê a naturalização de estrangeiros para jogar na selecção?
Sou contra os estrangeiros na selecção, porque uma selecção deve ser genuína e deve haver um fio de identificação entre os jogadores e entre o grupo e a equipa técnica. Não sou daqueles que gostam de ganhar a qualquer preço.
Eusébio nasceu em Moçambique e é um símbolo da selecção. É um caso comparável?
Estamos a falar de Moçambique, Angola e Guiné, ex-colónias portuguesas até há pouco tempo e com ligação forte à cultura do nosso país. Quem não tem familiares ligados a essas terras? O Brasil é diferente, porque os brasileiros não se identificam com a pátria portuguesa. Sinceramente, não acredito que o povo português seja a favor de tantos brasileiros - já lá estão dois, mais o treinador e ainda se fala na possibilidade de mais naturalizados. Lá porque uma selecção se dá bem, não somos obrigados a imitá-la. O tempo vai mostrar que não é a melhor política.
Porquê?
Portugal tem produzido atletas fora de série e é pena não os aproveitar na selecção. Temo pelo futuro do sector da formação porque estão a chamar estrangeiros para posições onde o talento português abunda.
João Vieira Pinto talvez seja mais uma vitima dos críticos que irão enxovalhar-lhe de rótulos racistas e xenófobos assim como Figo e Rui Costa foram quando entrou o «português» Deco para a selecção nacional.
Entretanto o que conta afinal de tudo é que temos um presidente da federação «nacionalista», nunca mais os nacionalistas vão-se esquecer das palavras do actual dirigente da FPF.
«Eu como nacionalista nunca me naturalizaria» - Palavras acerca da naturalização de Deco.
João Pinto veio só a dar mais ênfase a algo que muita gente sabe e que uns enfrentam-na sem medos e outros fazem questão de olhar para o lado.
Estamos a maltratar o que de bom tem esta nação. Relegamos os nossos para segundo plano quando esta em cima disso o interesse do capital.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Azar!
http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=893780
Parece que um grupo de Marroquinos, tentava entrar na Europa por Espanha, o que nos tempos actuais é um lugar comum.
Vieram num pequeno barco, e desorientaram-se. Em vez de rumarem ao sul de Espanha, vieram acostar ao Algarve, onde foram detidos pelas autoridades Portuguesas.
Mas o que realmente me chamou a atenção, foi a conversa entre o jornalista da TVI e um dos Marroquinos:
-jornalista: «Então vocês queriam ir para onde?»
-Marroquino: «Para o sul de Espanha!»
-jornalista: «Mas isto aqui é Portugal... »
-Marroquino: «Eu sei! Nunca tive sorte nenhuma na vida!!!!!!!!!!!!!!! »
Mau sinal! Já nem os Magrebinos, que são apesar de tudo, os mais «desenvolvidos» a nível do Continente Africano, querem vir para cá. Quando assim é, isso significa, que os padrões de desenvolvimento de ambos os Países, já diferem pouco.
Ficamos restritos aos Sub-saharianos, o que acaba por reflectir a decadência económico-social do «paraíso Socrático».
