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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Exposição de fotografia mostra Lisboa em 1940

A exposição "Fotógrafos do Mundo Português 1940" tem inauguração marcada para amanhã, sábado, no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e reúne 119 imagens em grande formato da autoria de nove fotógrafos.

"A exposição no Padrão dos Descobrimentos elege a fotografia", afirma fonte deste espaço, que inaugura, desta forma, um "novo ciclo da programação dedicado à divulgação do evento que marcou decisivamente a arte em Portugal".

Em 1940, doze arquitetos, dezanove escultores e quarenta e três pintores, com a orientação do arquiteto Cottinelli Telmo (1897-1948) criaram peças inovadoras para a Exposição do Mundo Português, em Lisboa.

As fotografias selecionadas permitem ao público revisitar a quase totalidade do espaço construído, dando a conhecer as secções e temas que determinaram o conjunto. A seleção das imagens baseou-se nos espólios existentes no Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa e na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.

Um dos atrativos da exposição é um núcleo inédito de imagens da coleção de Casimiro Vinagre (1902-1988), cujas fotografias nunca foram mostradas até hoje.

Segundo fonte do Padrão dos Descobrimentos, este espólio é "um conjunto notável, que, graças à aquisição recente da Fundação Calouste Gulbenkian, é agora dado a conhecer."

A exposição inclui mais de uma centena de imagens, impressas em grandes formatos, da autoria de Mário e Horácio Novais, Eduardo Portugal, Paulo Guedes, Kurt Pinto, António Passaporte, Ferreira da Cunha, Abreu Nunes e Casimiro Vinagre, como principal testemunho do evento, "desde os momentos iniciais da sua construção, ao esplendor da obra acabada", acrescentou a mesma fonte.

Aberta ao público de terça-feira a domingo, a exposição pode ser visitada das 10:00 às 18:00, pelo preço de três euros, até 26 de maio.(DN)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

«Lisboa à Beira Tejo» no Padrão dos Descobrimentos


A exposição de fotografia «Lisboa à Beira Tejo» vai estar patente no Padrão dos Descobrimentos até 30 de Setembro, revivendo a paisagem da capital à beira-rio nos anos de 1860 ao final do séc. XX.

Comissariada pelo olisipógrafo José Sarmento Matos, a mostra «aprofunda a relação que Lisboa estabeleceu com o rio ao longo dos últimos dois séculos, um universo em constante mutação que decorou a cidade com várias paisagens, de docas novas, a guindastes, comboios, avenidas ou edifícios e as pessoas que habitaram a cidade ao longo dos tempos», segundo a organização.

O certame, iniciativa do Padrão dos Descobrimentos e da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), pode ser visitado de segunda-feira a domingo, das 10:00 às 19:00 horas. (DD)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Chiado recebe «Maior Exposição Fotográfica do Mundo»

As montras de 62 lojas do Chiado vão, a partir de quinta-feira, expor imagens captadas pelas lentes de 200 fotógrafos nacionais, no âmbito daquela que a organização diz ser a «Maior Exposição Fotográfica do Mundo».

«As montras vão servir de galerias. Serão cerca de 120 montras, de 62 lojas situadas na Rua do Carmo, na Rua Nova do Almada e no Largo do Chiado», disse à Lusa a comissária da exposição Aurora Diogo. «Dar oportunidade de expor ao maior número de fotógrafos possível e aliar a fotografia ao património arquitetónico da zona do Chiado», são, segundo Aurora Diogo, os objetivos principais da iniciativa.

Nas várias montras estarão expostas imagens da autoria de 200 fotógrafos nacionais – amadores, profissionais e estudantes de fotografia – alguns convidados pela organização e outros que aderiram ao grupo criado na rede social facebook para o efeito. Além da iniciativa das montras, o Chiado recebe ainda dez exposições individuais de fotógrafos consagrados em diversos locais.

A montra da Vista Alegre recebe as imagens captadas pela lente de Gérard Castello-Lopes, o Hotel do Chiado acolhe a exposição do fotógrafo de moda Carlos Ramos, e o espaço onde em breve abrirão duas lojas de roupa terá expostas fotografias de música de Rita Carmo. As Galerias Pombalinas, o Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, o Centro Nacional de Cultura, o Espaço Santa Casa, os Armazéns do Chiado, a livraria Férin e o Governo Civil de Lisboa são os restantes espaços que de 10 a 20 de Junho recebem exposições individuais de fotografia no âmbito desta iniciativa.

Ainda no âmbito da «Maior Exposição Fotográfica do Mundo», a Fnac do Chiado acolhe os colóquios «Direitos de Autor» e «Fotojornalismo, que Futuro?», respetivamente nos dias 11 e 17 de Junho. Aurora Diogo adiantou ainda que, no âmbito desta iniciativa, «será apresentada a edição especial da revista DIRECTARTS, cujos conteúdos são exclusivamente referentes ao evento, numa versão bilingue».(diario Digital)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Vinte e cinco séculos de história em exposição no Castelo S. Jorge

O Castelo de São Jorge, em Lisboa, terá, a partir de sexta-feira, um núcleo museológico que dará a conhecer 25 séculos de história através de objectos descobertos em investigações arqueológicas naquele monumento.
"O acervo tem a ver com as escavações que desde 1997 temos vindo a fazer por toda a área do castelo, que inclui a zona monumental e a zona da freguesia onde se fizeram numerosas intervenções arqueológicas", disse à agência Lusa a arqueóloga Ana Gomes.
O Núcleo Museológico do Castelo de São Jorge, que abre ao público na sexta-feira, faz parte do projecto de "Musealização da Praça Nova" do castelo da capital, que só estará concluído no primeiro trimestre de 2009, com assinatura do arquitecto Carrilho da Graça.
O núcleo, que tem projecto arquitectónico de Victor Mestre, é o resultado de mais de dez anos de escavações arqueológicas, numa parceria entre a autarquia de Lisboa, a EGEAC (Empresa municipal que gere os equipamentos culturais de Lisboa) e o IGESPAR.
A concretização do projecto custou cerca de dois milhões de euros, sessenta por cento dos quais financiados pelo Programa Operacional de Cultura, disse à Lusa a gestora do Castelo de São Jorge, Teresa Oliveira.

Em exposição permanente vai estar um espólio que "percorre praticamente o período da pré-História, que tem a ver com a Idade do Ferro, praticamente até ao século xx", subllinhou a arqueóloga, dando conta de que são perto de 25 séculos de história acessíveis ao público.
Entre os cerca de mil objectos arqueológicos contam-se azulejos, facas, alfinetes de peito e de cabelo, loiças, serviços de cozinha e até espólio associado ao Hospital dos Soldados.
Quem visitar o núcleo museológico do castelo, repartido por duas salas principais, "terá sobretudo uma ideia nova sobre o espaço da Alcáçova [zona de defesa dentro de um castelo]. É como se estivesse a fazer uma viagem que vai desde o período da Idade do Ferro, desde o povoado até à cidade do século XX", acrescentou Ana Gomes.
Teresa Oliveira referiu que um dos objectivos deste espaço museológico, que terá também um serviço educativo, é conquistar mais visitantes portugueses.
"Temos cerca de um milhão de visitantes no Castelo de São Jorge, dos quais 95 por cento são estrangeiros. Um dos objectivos é cativarmos aqui o público nacional e com a abertura destes dois núcleos isso vai ser possível", disse.(Fonte)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Exposição "A Baixa de Lisboa 1758 - 2008"

A exposição "Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje" está patente no Páteo da Galé, Terreiro do Paço, até dia 1 de Novembro. A mostra assinala a passagem dos 250 anos sobre o plano urbanístico elaborado na sequência do terramoto de 1755.

Três anos depois do terramoto que destruiu Lisboa em 1755, uma série de decretos reais, então elaborados, definiram o futuro desenho urbano e arquitectónico, as regras administrativas e a engenharia financeira subjacentes à renovação da baixa da cidade.

Este conjunto codificado de regras urbanísticas muito precisas constitui, provavelmente, o primeiro plano urbano moderno nacional, que apresenta como particularidade o facto de ter sido concretizado.

A mostra está organizada em três secções principais, a primeira referente aos contextos e antecedentes ao plano. A segunda secção é alusiva ao plano de 1758, em todas as suas perspectivas e características, com especial relevância para as questões metodológicas. Por último, a terceira fase é relativa à evolução da área-plano da baixa entre a segunda metade do século XVIII e a actualidade, incluindo a estratégia delineada pelo actual Executivo para a revitalização desta zona de Lisboa.(GuiaCidade)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Exposição "OS PIRATAS"

A história da pirataria está intimamente associada à da própria navegação. As suas origens remontam aos inícios da civilização e chega até aos nossos dias.
Trata-se de um fenómeno complexo, que tem implicações políticas, económicas, sociais e, inclusivamente, éticas.
A pirataria pode definir-se de forma muito simples: os actos que em terra de denominam de pilhagem ou roubo, recebem, no mar, o nome de pirataria. No entanto, se são cometidos por alguém que considera ter o direito de represália deve-se falar de corso. Esta actividade é uma forma de guerra, com autorização outorgada pelo poder através da patente de corso, que permitia perseguir navios inimigos e ficar riquezas que transportavam.
A pirataria e o corso foram actividades habituais em qualquer mar onde se verificasse um tráfico marítimo importante. No entanto, embora a actividade não tenha variado muito ao longo da história, verificaram-se muitas alterações nos métodos, nas armas, nas implicações socioeconómicas e, inclusivamente, na consideração moral do pirata.(Liga dos Combatentes)